Arealense é selecionada a prêmio literário na Suiça

A escritora Arealense, Helena Arruda, foi um dos nomes selecionados para receber o VII Prêmio Talentos Helvéticos-Brasileiros, no dia 21 de março de 2023, em Genebra na Suiça. “Ser indicada ao Prêmio foi uma surpresa maravilhosa, que coroou um ano de muita luta pessoal para mim. Escrevo há anos, mas só comecei a levar a sério a história da publicação em 2014. Ser indicada a esse prêmio, pelo meu quinto livro “Há uma flor no abismo”, foi um reconhecimento pelo meu trabalho no âmbito da literatura brasileira contemporânea”, conta Helena

A Helvetia Éditions é uma editora suíço-brasileira criada em 2015, para promover o intercâmbio entre os dois países, com a publicação de obras em português e em francês. Todos os anos, a editora promove uma cerimônia de entrega do prêmio com o objetivo de trazer a público obras escritas em língua portuguesa que tenham se destacado no âmbito literário do país onde foram publicadas. A cada dois anos, a entrega é feita na cidade de Genebra, na Suíça.

Helena que também é pesquisadora, revisora e foi professora de rede privada e de rede pública do RJ por 32 anos, conta que escreve desde a adolescência e só em 2014 o primeiro livro dela foi publicado por uma editora. “Meu primeiro livro de poemas, Interditos, foi lançado pela Editora Batel. A seguir, publiquei um livro acadêmico pela mesma editora, fruto das minhas pesquisas de mestrado na UFRJ: Mulheres na ficção brasileira – aproximações e distanciamentos, 2016. Em 2020, publiquei então o livro Corpos-sentidos, pela Editora Patuá, em plena pandemia, seguidos de mais dois livros, um de crítica literária, Identidades em fuga: personagens-escritoras no romance brasileiro, que foi selecionado para publicação pela editora paulista Urutau, através do Selo Margem da Palavra voltado à publicação de livros acadêmicos”, disse.

A escritora ainda completa que não é fácil publicar e vender livros no Brasil, entretanto, já pensa nos próximos livros: “ Meus próximos objetivos são os próximos livros que ainda moram dentro de mim, e também no meu notebook. Projetos longos”, finalizou.

Por Guilherme Mattos

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