50 mil árvores estão sendo plantadas em uma pequena prorpiedade em Paraíba do Sul, região serrana do Rio de Janeiro, pelo ator e empresário Bruno Gagliasso, 41 anos, onde construiu um hotel fazenda de luxo.

Do total, Gagliasso já plantou 25 mil, mas seu foco atual é outro: ele quer construir uma relação muito maior com o meio ambiente, em um projeto que hoje já possui como base 1 milhão de hectares de florestas nativas, mas ele não está sozinho nesta empreitada, junto com o sócio João Marcello Gomes Pinto, criaram a Pachamama Trading, projeto destinado ao mercado de unidades de crédito de sustentabilidade.

O projeto cuja sede fica em São Paulo, envolve cerca de 80 pessoas, entre agrônomos, biólogos, economistas, técnicos, comunicadores, para comercializar as denominadas UCS (Unidade de Crédito de Sustentabilidade)

A Pachamama Trading, um braço da Pachamama Investimento que mantém com o sócio, é uma joint venture com a greentech Brasil Mata Viva Global, com ativos originados em cinco áreas de florestas nativas espalhadas no bioma Amazônia, principalmente, e que compõem o seu portfólio de 1 milhão de hectares para o comércio das Unidade de Crédito de Sustentabilidade – UCS.

Cada UCS equivale a um pacote de serviços ambientais, hoje cotada em R$ 160 na Pachamama Trading. As UCS são lastreadas em CPR Verde registrada na bolsa de valores B3 e tokenizadas em blockchain. A CPR Verde é um título de crédito destinado aos produtores rurais para que comercializem serviços ecossistêmicos, como as atividades de conservação ou recuperação de florestas nativas e de seus biomas. 

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