Alvo de operação da PF é um suposto falso CAC

Na manhã desta sexta-feira (25), a Polícia Federal, em ação conjunta com o Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (GAECO), cumpriu um mandado de busca e apreensão na residência de um falso CAC – Colecionador, Atirador e Caçador -, onde foram encontrados documentos falsos para aquisições de armas de fogo.

Com base nas investigações, quem teria fornecido os documentos ao falso CAC é um ex-militar, atualmente exercendo a função de despachante, que já foi alvo na Operação Indiciado Confesso e, segundo as investigações, é considerado o maior falsificador de Certificados de Registro de Arma de Fogo do estado do Rio de Janeiro.

Conforme elementos de prova reunidos nas investigações, demonstrou-se que o referido despachante e ex-militar, entre 2021 e 2022, teria praticado os crimes de falsificação de 25 CRAFs e comercializado, aproximadamente, dez armas de fogo. Com isso, pela prática desses crimes, sua pena pode alcançar até 18 anos de prisão.

A operação foi deflagrada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO-RJ), pela Delegacia de Repressão a Crimes Patrimoniais e Tráfico Internacional de Armas de Fogo (DELEPAT-RJ) e pelo Ministério Público Federal, por meio do GAECO. A ação tem como objetivo a obtenção de mais elementos de prova, assim como a prevenção e repressão contra os crimes de falsificação de documentos públicos e comércio ilegal de arma de fogo, supostamente cometidos pelo investigado.

A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado é uma iniciativa coordenada pela Polícia Federal que tem como principal objetivo a produção de informações de inteligência sobre o crime organizado no estado do Rio de Janeiro. A FICCO é composta pela PF e pelas Polícias Militar (PMERJ) e Civil (PCERJ) do Rio de Janeiro.

Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro

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