{"id":103915,"date":"2025-05-10T07:00:00","date_gmt":"2025-05-10T10:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/?p=103915"},"modified":"2025-05-09T16:38:52","modified_gmt":"2025-05-09T19:38:52","slug":"indice-firjan-de-desenvolvimento-municipal-petropolis-e-teresopolis-estao-entre-as-dez-cidades-com-melhor-desenvolvimento-socioeconomico-no-estado-do-rio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/2025\/05\/10\/indice-firjan-de-desenvolvimento-municipal-petropolis-e-teresopolis-estao-entre-as-dez-cidades-com-melhor-desenvolvimento-socioeconomico-no-estado-do-rio\/","title":{"rendered":"\u00cdndice Firjan de Desenvolvimento Municipal: Petr\u00f3polis e Teres\u00f3polis est\u00e3o entre as dez cidades com melhor desenvolvimento socioecon\u00f4mico no estado do Rio\u00a0"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Estudo da Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado do Rio de Janeiro aponta que regi\u00e3o Serrana tem o 4\u00b0maior IFDM m\u00e9dio entre as regi\u00f5es fluminenses<\/strong><br><br>O \u00cdndice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM) revela que Petr\u00f3polis e Teres\u00f3polis\u00a0est\u00e3o entre as 10 cidades com melhores indicadores de desenvolvimento socioecon\u00f4mico do estado, ocupando as 7\u00aa e 9\u00aa posi\u00e7\u00f5es, respectivamente. Pela Regi\u00e3o Serrana, entre 2013 e 2023, houve evolu\u00e7\u00e3o nos indicadores de Sa\u00fade, Educa\u00e7\u00e3o e Emprego &amp; Renda, no entanto, as cidades da regi\u00e3o se dividiram entre desenvolvimento moderado e baixo. A \u00faltima coloca\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o ficou com Duas Barras, que apresentou\u00a0piora nos indicadores Emprego &amp; Renda (-11,4%) e Sa\u00fade (-10,2%), regredindo 22 posi\u00e7\u00f5es no ranking do estado. Elaborado pela Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) com base em dados oficiais referentes ao ano de 2023, esta edi\u00e7\u00e3o do IFDM analisou 5.550 munic\u00edpios brasileiros, que respondem por 99,96% da popula\u00e7\u00e3o.<br>\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c\u00c9 inadmiss\u00edvel que ainda hoje, apesar da melhoria nos \u00faltimos anos, a gente tenha um Brasil t\u00e3o desigual. Atrav\u00e9s do IFDM conseguimos chamar a aten\u00e7\u00e3o para a situa\u00e7\u00e3o cr\u00edtica de muitas cidades, que nem sequer tem quantidade razo\u00e1vel de m\u00e9dicos para atender a popula\u00e7\u00e3o, em que a diversidade econ\u00f4mica \u00e9 t\u00e3o baixa que sete em cada dez empregos formais s\u00e3o na administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica. Nossos c\u00e1lculos indicam que as cidades cr\u00edticas t\u00eam, em m\u00e9dia, mais de duas d\u00e9cadas de atraso em rela\u00e7\u00e3o as mais desenvolvidas do pa\u00eds. \u00c9 como se parte dos brasileiros ainda estivesse vivendo no s\u00e9culo passado\u201d, ressalta o presidente da Firjan, Luiz C\u00e9sio Caetano.<br>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Criado em 2008 e atualizado neste ano com nova metodologia, o estudo \u00e9 composto pelos indicadores de Emprego &amp; Renda, Sa\u00fade e Educa\u00e7\u00e3o e varia de 0 a 1 ponto, sendo que quanto mais pr\u00f3ximo de 1 maior o desenvolvimento socioecon\u00f4mico. Atrav\u00e9s dessa pontua\u00e7\u00e3o, \u00e9 poss\u00edvel avaliar o munic\u00edpio de forma geral e espec\u00edfica em cada um dos indicadores. Tanto a avalia\u00e7\u00e3o geral quanto as an\u00e1lises dos indicadores s\u00e3o classificadas em quatro conceitos: entre 0 e 0,4 \u2013 desenvolvimento cr\u00edtico \/ entre 0,4 e 0,6 \u2013 desenvolvimento baixo \/ entre 0,6 e 0,8 \u2013 desenvolvimento moderado \/ entre 0,8 e 1 \u2013 desenvolvimento alto. O estudo permite, ainda, avalia\u00e7\u00e3o absoluta por munic\u00edpio e ano e compara\u00e7\u00f5es entre cidades e anos anteriores.<br>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Na recente an\u00e1lise, Petr\u00f3polis apresentou desenvolvimento moderado, com IFDM Geral de 0,7396. Sob a \u00f3tica das vertentes, alcan\u00e7ou 0,6479 no IFDM Educa\u00e7\u00e3o, um n\u00famero 26,3% maior que no ano de 2013. O IFDM Sa\u00fade foi de 0,7527 (+19,3%) e o IFDM Emprego &amp; Renda, 0,8181 (+1,5%). Tamb\u00e9m em n\u00edvel moderado, Teres\u00f3polis alcan\u00e7ou a pontua\u00e7\u00e3o 0,7321 no IFDM Geral, apresentando maior avan\u00e7o na vertente de Sa\u00fade (0,7522, +23,7%), seguido do IFDM Educa\u00e7\u00e3o (0,6491, +22,8%) e com menor varia\u00e7\u00e3o, mas com o melhor desempenho no munic\u00edpio, o IFDM Emprego &amp; Renda (0,7951, +0,39%).<br>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A Regi\u00e3o Serrana alcan\u00e7ou o 4\u00ba maior IFDM m\u00e9dio do estado (0,6222), ficando pr\u00f3ximo \u00e0 m\u00e9dia dos munic\u00edpios do estado fluminense (0,6224). Sob o ponto de vista das vertentes, de 2013 a 2023, apenas uma ficou acima da m\u00e9dia dos munic\u00edpios do Rio de Janeiro: IFDM Educa\u00e7\u00e3o (0,6167, 2,4% acima). O IFDM Emprego &amp; Renda (0,6505) e o IFDM Sa\u00fade (0,5994), ficaram, respectivamente, 1,6% e 0,7% abaixo da m\u00e9dia do estado.<br><br>Nova Friburgo, o segundo maior munic\u00edpio em popula\u00e7\u00e3o na Regi\u00e3o Serrana, com quase 200 mil habitantes, caiu oito posi\u00e7\u00f5es, saindo do 5\u00ba para o 13\u00ba lugar no ranking estadual. Houve piora em Emprego &amp; Renda (-2,3%), al\u00e9m de ter sido o munic\u00edpio da regi\u00e3o que menos evoluiu em Educa\u00e7\u00e3o (+13,0%) e apenas o 4\u00b0que mais evoluiu em Sa\u00fade (+6,4%).<br>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td><img decoding=\"async\" alt=\"\" width=\"800\" src=\"https:\/\/ci3.googleusercontent.com\/meips\/ADKq_NbJ-faqroUB4R4SGOeoa2nTjZRtb9lNBTsb9PATecz4xAZ7oMEB_1fnCVBgjF2bBY1Fy00vxTh2VlZdlZ01XuhIxRXHRqjlwOgAVrLznPJZMuwMkd0GYCbXo3UVKaaFDRY3T3x4gJdkK2Bd_Q2npYOA_m4i-Wwe3sX-SHwHIWvnVUiu0HsqQG8f95jqvgNaA7wtsJq_qqYIeyfYznQSv-Tqy5fTT-2gnJEqbE1ZCZWmklxHS3qC69usf3gKPUt_PRU8XWztve3eg3CQlSITf4C7cRPoJxklU9Figw=s0-d-e1-ft#https:\/\/s2505.imxsnd82.com\/5lFmO4YTZygTN602bj5CbpFWbnBUYo5WYtFGZvlWZyJ3bjNmd0pjMxgzNyMTN5gzM6cmbw5yMkJGM0MTMyYWM0UWNkhTO2EjY3YjZiRTZ4ETZihjNyYkMlgjNyYkMlQTO0gjMGJTJxATNwATNzADOz8VL1ETLf9VLwITLfpDN\"><\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p><br><strong>57 milh\u00f5es de brasileiros vivem em cidades com desenvolvimento socioecon\u00f4mico baixo ou cr\u00edtico<\/strong><br><br>O IFDM aponta que 47,3% das cidades brasileiras (2.625) ainda t\u00eam desenvolvimento socioecon\u00f4mico baixo (2.376) ou cr\u00edtico (249). S\u00e3o 57 milh\u00f5es de pessoas vivendo nessa situa\u00e7\u00e3o. Os munic\u00edpios com desenvolvimento moderado s\u00e3o 48,1% (2.669) e aqueles com alto n\u00edvel s\u00e3o apenas 4,6% (256). Os tr\u00eas mais bem avaliados pelo estudo s\u00e3o \u00c1guas de S\u00e3o Pedro (SP), S\u00e3o Caetano do Sul (SP) e Curitiba (PR).<br><br>A an\u00e1lise tamb\u00e9m mostra que 99% dos munic\u00edpios analisados registraram avan\u00e7o no \u00edndice geral entre 2013 e 2023. Com isso, a pontua\u00e7\u00e3o m\u00e9dia brasileira no estudo \u00e9 de 0,6067 ponto, referente a desenvolvimento moderado. As tr\u00eas vertentes do \u00edndice contribu\u00edram para esse avan\u00e7o, ainda que em ritmos distintos. O IFDM Educa\u00e7\u00e3o teve o maior crescimento (+52,1%), passando de 0,4166 ponto em 2013 \u2014 quando era a vari\u00e1vel com pior pontua\u00e7\u00e3o \u2014 para 0,6335 em 2023, tornando-se o componente de melhor desempenho. O IFDM Sa\u00fade registrou o segundo maior avan\u00e7o (+29,8%), aumentando de 0,4626 ponto para 0,6002. J\u00e1 o IFDM Emprego &amp; Renda foi o que menos evoluiu (+12,1%), mesmo com a forte recupera\u00e7\u00e3o p\u00f3s-pandemia. Essa trajet\u00f3ria de desenvolvimento disseminado resultou em redu\u00e7\u00e3o de 87,4% no n\u00famero de munic\u00edpios com desenvolvimento cr\u00edtico, que passou de 1.978 em 2013 para 249 em 2023.<br><br>O gerente de Estudos Econ\u00f4micos da Firjan, Jonathas Goulart, coloca que todas as regi\u00f5es ainda t\u00eam cidades em situa\u00e7\u00e3o cr\u00edtica, mas que Norte e Nordeste ainda s\u00e3o as mais prejudicadas. Ele destaca que o estudo oferece an\u00e1lise detalhada para que o cen\u00e1rio possa ser modificado nos pr\u00f3ximos anos. \u201cEstamos fornecendo um quadro representativo para a formula\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas mais eficazes e equitativas\u201d, pontua Goulart.<br><br><strong>D\u00e9ficit na forma\u00e7\u00e3o de professores \u00e9 problema apontado pelo IFDM Educa\u00e7\u00e3o<\/strong><br><br>A Educa\u00e7\u00e3o se destaca como a \u00e1rea do estudo com maior n\u00famero de munic\u00edpios em patamares mais elevados de desenvolvimento. No pa\u00eds, 56,1% das cidades (3.113) registram desenvolvimento moderado, enquanto 7,2% (401) t\u00eam alto desenvolvimento. Ainda assim, desafios persistem, pois 32,5% (1.806) permanecem na faixa de baixo desenvolvimento e 4,1% (230) apresentam cen\u00e1rio cr\u00edtico.<br><br>O IFDM Educa\u00e7\u00e3o foi desenvolvido para avaliar tanto a oferta quanto a qualidade da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica em escolas p\u00fablicas e privadas, desde a Educa\u00e7\u00e3o Infantil at\u00e9 o Ensino M\u00e9dio. Percentual de crian\u00e7as de at\u00e9 tr\u00eas anos matriculadas em creches, adequa\u00e7\u00e3o da forma\u00e7\u00e3o dos professores que lecionam no Ensino Fundamental e no Ensino M\u00e9dio, oferta de educa\u00e7\u00e3o em tempo integral, taxas de abandono escolar e de distor\u00e7\u00e3o idade-s\u00e9rie, al\u00e9m do desempenho dos alunos no \u00cdndice de Desenvolvimento da Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica (Ideb) no Ensino Fundamental s\u00e3o as vari\u00e1veis consideradas no indicador.<br><br>Com isso, o estudo ressalta que nos munic\u00edpios com desenvolvimento cr\u00edtico 57% das turmas do Ensino Fundamental n\u00e3o s\u00e3o ministradas por professores com forma\u00e7\u00e3o adequada. Ainda que em menor propor\u00e7\u00e3o, munic\u00edpios com alto desenvolvimento (23%) tamb\u00e9m t\u00eam esse problema. A distor\u00e7\u00e3o idade-s\u00e9rie \u00e9 outro ponto destacado. Est\u00e3o acima da idade recomendada 40% dos alunos do Ensino M\u00e9dio nos munic\u00edpios cr\u00edticos. Esse n\u00famero \u00e9 quase cinco vezes o observado nas cidades mais desenvolvidas (8,3%). Na Educa\u00e7\u00e3o Infantil, a an\u00e1lise da Firjan aponta que apenas 19% das crian\u00e7as de at\u00e9 tr\u00eas anos est\u00e3o matriculadas em creches nos munic\u00edpios com pior desempenho, quase um ter\u00e7o do percentual registrado nos munic\u00edpios de alto desenvolvimento (53%), onde a m\u00e9dia supera a meta vigente do Plano Nacional de Educa\u00e7\u00e3o (PNE).<br><br><strong>Falta de m\u00e9dicos \u00e9 um dos principais pontos cr\u00edticos na \u00e1rea da sa\u00fade<\/strong><br><br>A maioria dos munic\u00edpios brasileiros apresenta desempenho moderado no IFDM Sa\u00fade. Do total analisado, 53,2% (2.961) registram pontua\u00e7\u00f5es entre 0,6 e 0,8 no indicador. Por outro lado, 39,1% das cidades (2.179) permanecem em situa\u00e7\u00e3o de baixo desenvolvimento. Nos extremos, 5,8% (323) registram desempenho cr\u00edtico e apenas 1,9% (107) tem alto desenvolvimento.<br><br>O IFDM Sa\u00fade avalia cobertura vacinal, percentual de gestantes que realizam consultas pr\u00e9-natais, incid\u00eancia de gravidez na adolesc\u00eancia, n\u00famero de interna\u00e7\u00f5es por condi\u00e7\u00f5es sens\u00edveis \u00e0 aten\u00e7\u00e3o b\u00e1sica e por problemas relacionados ao saneamento inadequado, taxa de \u00f3bitos infantis evit\u00e1veis e quantidade de m\u00e9dicos dispon\u00edveis para cada mil habitantes.<br><br>A an\u00e1lise mostra que as cidades cr\u00edticas t\u00eam, em m\u00e9dia, apenas um m\u00e9dico para dois mil habitantes. Nas cidades com alto desenvolvimento s\u00e3o sete para cada grupo de dois mil habitantes. O estudo aponta, ainda, que s\u00e3o 74 interna\u00e7\u00f5es por saneamento inadequado a cada dez mil habitantes nos munic\u00edpios cr\u00edticos. Nas cidades mais desenvolvidas s\u00e3o quatro. Outro ponto ressaltado pelo estudo \u00e9 a gravidez na adolesc\u00eancia. Nas cidades com situa\u00e7\u00e3o cr\u00edtica, 41% das gesta\u00e7\u00f5es s\u00e3o de adolescentes, percentual mais de tr\u00eas vezes superior ao das cidades de alto desenvolvimento (12%). J\u00e1 as interna\u00e7\u00f5es por causas sens\u00edveis \u00e0 aten\u00e7\u00e3o b\u00e1sica representam um ter\u00e7o (33,2%) do total nos munic\u00edpios cr\u00edticos, mais que o dobro da propor\u00e7\u00e3o observada nas cidades mais desenvolvidas (13,7%).<br><br><strong>Baixa diversidade econ\u00f4mica: nos munic\u00edpios cr\u00edticos, quase sete em cada dez empregos formais s\u00e3o na administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica<\/strong><br><br>A distribui\u00e7\u00e3o dos munic\u00edpios brasileiros por n\u00edvel de desenvolvimento do IFDM Emprego &amp; Renda em 2023 revela cen\u00e1rio contrastante. Enquanto 20,3% das cidades t\u00eam alto n\u00edvel de desenvolvimento nessa dimens\u00e3o \u2014 a maior propor\u00e7\u00e3o entre as tr\u00eas vertentes do IFDM \u2014, ainda h\u00e1 desafios significativos: um em cada quatro (25,2%) munic\u00edpios apresenta um mercado de trabalho em condi\u00e7\u00e3o cr\u00edtica.<br><br>O IFDM Emprego &amp; Renda avalia a capacidade de gera\u00e7\u00e3o de empregos e de distribui\u00e7\u00e3o de renda nos munic\u00edpios, levando em conta absor\u00e7\u00e3o da m\u00e3o de obra local, diversidade econ\u00f4mica (indicadora de resili\u00eancia do mercado), taxa de desligamentos volunt\u00e1rios (reflete a mobilidade e a confian\u00e7a do trabalhador), PIB per capita (medida de riqueza produzida por habitante), participa\u00e7\u00e3o dos sal\u00e1rios no PIB (indicadora de distribui\u00e7\u00e3o de renda) e taxa de pobreza (evidencia a parcela da popula\u00e7\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade socioecon\u00f4mica).<br><br>Nas cidades com desenvolvimento cr\u00edtico no IFDM Emprego &amp; Renda, 9,3% da popula\u00e7\u00e3o adulta possui emprego formal. Nos munic\u00edpios de alto desenvolvimento nesse indicador, esse percentual \u00e9 de 39,4%. O estudo tamb\u00e9m aponta que a baixa diversidade econ\u00f4mica nos munic\u00edpios cr\u00edticos \u00e9 ilustrada pela alta depend\u00eancia nos empregos p\u00fablicos: nessas cidades, quase sete em cada dez v\u00ednculos formais (67,9%) de emprego est\u00e3o na administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica, frente a apenas 10,6% nos munic\u00edpios com alta performance.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudo da Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado do Rio de Janeiro aponta que regi\u00e3o Serrana<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":92858,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[12],"tags":[],"class_list":["post-103915","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cidade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/103915","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=103915"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/103915\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":103916,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/103915\/revisions\/103916"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/92858"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=103915"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=103915"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=103915"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}