{"id":12787,"date":"2021-04-12T17:08:42","date_gmt":"2021-04-12T20:08:42","guid":{"rendered":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/?p=12787"},"modified":"2021-04-12T19:13:21","modified_gmt":"2021-04-12T22:13:21","slug":"paroquia-do-alto-da-serra-inaugura-o-espaco-de-acolhimento-padre-francisco-montemezzo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/2021\/04\/12\/paroquia-do-alto-da-serra-inaugura-o-espaco-de-acolhimento-padre-francisco-montemezzo\/","title":{"rendered":"Par\u00f3quia do Alto da Serra inaugura o espa\u00e7o de acolhimento Padre Francisco Montemezzo"},"content":{"rendered":"\n<p>Com objetivo de atender pessoas que vem \u00e0 Petr\u00f3polis fazer tratamento contra o c\u00e2ncer e hemodi\u00e1lise, a Par\u00f3quia Santo Ant\u00f4nio, no Alto da Serra, inaugurou no s\u00e1bado, dia 10 de abril, o Espa\u00e7o de Acolhida Padre Francisco Montemezzo. O nome foi escolhido para homenagear o p\u00e1roco em\u00e9rito da Par\u00f3quia, que por mais de 30 anos trabalhou no Alto da Serra onde acolhia os carentes e doentes de Petr\u00f3polis.<\/p>\n\n\n\n<p>O servi\u00e7o estar\u00e1 funcionando a partir da segunda semana de maio. A inaugura\u00e7\u00e3o contou com a presen\u00e7a do bispo da Diocese de Petr\u00f3polis, Dom Greg\u00f3rio Paix\u00e3o, OSB, que presidiu a missa, celebrada pelo P\u00e1roco, Padre Jos\u00e9 Celestino Coelho e acompanhada pelos fi\u00e9is na forma presencial, seguindo todas as regras de seguran\u00e7a sanit\u00e1ria e pelo canal do Youtube da Par\u00f3quia. <\/p>\n\n\n\n<p>Padre Jos\u00e9 Celestino agradeceu o apoio de todos, afirmando que a homenagem \u00e9 merecida pelo grande trabalho realizado pelo Padre Francisco junto as pessoas carentes.<\/p>\n\n\n\n<p>Dom Greg\u00f3rio Paix\u00e3o emocionou a todos ao fazer um relato sobre a atual situa\u00e7\u00e3o de sa\u00fade do Padre Francisco, que se encontra internado no Hospital SMH onde vem recebendo todos os cuidados pela equipe m\u00e9dica. \u201cPadre Francisco est\u00e1 nos evangelizando apenas com seu sorriso\u201d, afirmou o bispo diocesano, relatando que neste momento o sacerdote n\u00e3o fala mais, \u00e9 alimentado por uma sonda e recebe todos com um sorriso. Dom Greg\u00f3rio disse que, por determina\u00e7\u00e3o da equipe m\u00e9dica, a visita ao Padre Francisco est\u00e1 proibida para evitar que ele contraia algum tipo de infec\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O Espa\u00e7o de Acolhimento, segundo a Irm\u00e3 Dilma Maria, assessora da Pastoral da Caridade, foi criado a partir do desejo do Padre Jos\u00e9 Celestino em ter um local par acolher os irm\u00e3os necessitados. Muitos s\u00e3o acolhidos pela casa da Associa\u00e7\u00e3o Petropolitana dos Pacientes Oncol\u00f3gicos (APPO) e por outras institui\u00e7\u00f5es. Mesmo assim, a demanda \u00e9 maior do que a exist\u00eancia de locais para acolhimento. Por isso, o espa\u00e7o estar\u00e1 aberto a todas as pessoas, desde que atendam aos crit\u00e9rios de acolhimento e estejam acompanhadas por um cuidador.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda segundo a Irm\u00e3 Dilma, seguindo o desejo do Padre Celestino e com apoio da Assistente Social da Mitra Diocesana, Gisele Carvalho, o espa\u00e7o foi criado e contaram com apoio de v\u00e1rios benfeitores e da comunidade cat\u00f3lica do Alto da Serra que possibilitaram a constru\u00e7\u00e3o do im\u00f3vel que conta com quatro quartos, cozinha, sala e banheiros. O espa\u00e7o ser\u00e1 mantido pela Pastoral da Caridade com alimentos, material de higiene e outros insumos necess\u00e1rios para o acolhimento. No entanto, cada acolhido dever\u00e1 ter um acompanhante que ser\u00e1 o respons\u00e1vel pela alimenta\u00e7\u00e3o de cada paciente.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2013 Este \u00e9 um servi\u00e7o de caridade, de acolhimento seguindo o carisma do Padre Francisco e o desejo do Padre Celestino. Por isso, estamos preparando uma equipe que ser\u00e1 respons\u00e1vel pelo acolhimento e contamos com o apoio de uma enfermeira volunt\u00e1ria\u201d afirmou Irm\u00e3 Dilma, ressaltando que profissionais de sa\u00fade interessados em serem volunt\u00e1rios neste trabalho, como fisioterapeuta e outros, podem entrar em contato com ela.<\/p>\n\n\n\n<p>Hist\u00f3ria do Padre Francisco<\/p>\n\n\n\n<p>Francisco Montemezzo, nasceu em 13 de julho de 1937, na regi\u00e3o da Bastia, localizada a 20 Km de P\u00e1dua, na It\u00e1lia. Filho do casal Eg\u00eddeo e Let\u00edcia. O segundo em quatro irm\u00e3os \u2013 Ant\u00f4nio, F\u00e1bio e S\u00e9rgio \u2013 Padre Francisco sempre falou com alegria e orgulho de seus irm\u00e3os, cunhadas e sobrinhos. No dia\u202f18 de julho do mesmo ano, foi batizado por um padre que era primo de seu pai,\u202fque fora ordenado dois dias antes de seu nascimento.<\/p>\n\n\n\n<p>Francisco teve uma inf\u00e2ncia modesta, ao lado de\u202ftr\u00eas irm\u00e3os, cercado do carinho de sua fam\u00edlia, que era muito fervorosa. Todos\u202fos dias,\u202f\u00e0 noite, quando sua m\u00e3e terminava as tarefas dom\u00e9sticas, sua av\u00f3 reunia em torno dela todas as crian\u00e7as da fam\u00edlia. Na sala iluminada por uma\u202fpalha de milho que queimava, rezavam o ter\u00e7o e repetiam todo o catecismo.<\/p>\n\n\n\n<p>Desde pequeno, ele dizia para\u202fao padre\u202fde sua comunidade,\u202fque gostaria de ser padre como ele. Todos os dias de manh\u00e3 cedo, Francisco ia\u202fa missa, sendo que a igreja, ficava a dois quil\u00f4metros de sua casa. Depois\u202fda missa\u202fvoltava para\u202fcasa, tomava seu caf\u00e9 e andava mais dois quil\u00f4metros para ir \u00e0 escola.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c0 tarde voltava para a igreja para ir ao catecismo.\u202fAos sete anos, Francisco fez\u202fsua\u202fprimeira comunh\u00e3o, quando usou, pela primeira vez um terninho branco de linho que foi tecido e confeccionado pela sua m\u00e3e.\u202f Depois, tornou-se\u202fcoroinha e no rigoroso frio do inverno, sua av\u00f3 o cobria com o seu xale para aquec\u00ea-lo ao longo do caminho da igreja.<\/p>\n\n\n\n<p>Com 12 anos, ele pediu ao pai para ir para o semin\u00e1rio.\u202f O pai disse que n\u00e3o podia, porque tinha outros irm\u00e3os e n\u00e3o tinha como mant\u00ea-lo.\u202f Francisco\u202fchorou por\u202fn\u00e3o poder\u202fir para o semin\u00e1rio.\u202f At\u00e9 que sua m\u00e3e resolveu criar coelhos e assim conseguia custear seus estudos no semin\u00e1rio. Ela criava entre 80 e 90 coelhos, que quando cresciam eram vendidos.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando seminarista, ao vir em casa nas f\u00e9rias, ajudava seu pai na lavoura. Colhia milho e uva. Num dos momentos de f\u00e9rias, teve d\u00favida sobre se voltava ou n\u00e3o para o semin\u00e1rio. Certa manh\u00e3, depois de uma noite mal dormida, cheio de d\u00favidas, ele abriu seu Evangelho e contando com a pouca\u202fclaridade\u202fque\u202fentrava\u202fpor uma fresta na janela, leu a seguinte passagem onde Cristo dizia a Pedro e seu irm\u00e3o Andr\u00e9: \u201cVinde comigo, farei de v\u00f3s pescadores de homens\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse trecho esclareceu suas d\u00favidas,\u202ffazendo\u202fcom que ele assumisse definitivamente sua voca\u00e7\u00e3o. Durante o per\u00edodo no Semin\u00e1rio de P\u00e1dua, certa vez, um sacerdote mission\u00e1rio, que havia cortado a pr\u00f3pria l\u00edngua para n\u00e3o renunciar a sua f\u00e9 em Jesus Cristo, pois havia sido preso num pa\u00eds que fazia miss\u00e3o, deu testemunho de sua vida aos seminaristas.<br>Naquela noite, saindo do dormit\u00f3rio escondido e com medo de ser pego, Francisco foi ao quarto do mission\u00e1rio e lhe entregou o \u00fanico dinheiro que tinha, pedindo que o padre rezasse para que ele fosse tamb\u00e9m um mission\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Francisco foi ordenado padre em 8 de julho de 1962 no Semin\u00e1rio Diocesano de P\u00e1dua, na It\u00e1lia, aos 25 anos. Sua primeira\u202fmissa foi no\u202fSantu\u00e1rio de\u202fNossa Senhora Monten\u00e9rico,\u202fcuja\u202fcapela fica sob o\u202fmanto de uma grande imagem de\u202fNossa Senhora.\u202fSeu primeiro ano como padre passou na It\u00e1lia. Durante este per\u00edodo pediu ao bispo para ser mission\u00e1rio e como resposta foi enviado para ser vig\u00e1rio numa par\u00f3quia. Um ano depois recebeu do bispo a autoriza\u00e7\u00e3o para ser mission\u00e1rio e, aos 27 anos foi para o Equador<\/p>\n\n\n\n<p>Neste pa\u00eds, chegou em 16 de dezembro de 1963, depois de 21\u202fdias viajando de navio, desembarcou no porto de Guaiaquil na cidade do Equador Capital Quito. Foi vig\u00e1rio da Par\u00f3quia Baeza permaneceu por dois anos e, depois, foi nomeado para Archidona, onde permaneceu por\u202fnove anos\u202fno meio dos \u00edndios, prov\u00edncias de Nabo do Equador.<\/p>\n\n\n\n<p>Durante este per\u00edodo, construiu nove escolas, al\u00e9m de outras iniciativas, principalmente a catequese para os \u00edndios. A l\u00edngua oficial era o espanhol, o Quecha (idioma) dos incas, grupos dos \u00edndios chamados Yumbos. Para se comunicar com os \u00edndios aprendeu rapidamente a l\u00edngua deles e por isso, no hor\u00e1rio da missa onde havia grande participa\u00e7\u00e3o dos \u00edndios, a prega\u00e7\u00e3o era feita sempre pelo Padre Francisco.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesta comunidade visitou todos os \u00edndios e quando anoitecia, dormia na casa de um \u00edndio. A cama era de bambu cortada ao meio com um colch\u00e3o fino. Para se adaptar a esta realidade, Padre Francisco pediu que fizesse uma cama igual para a casa paroquial, com isso n\u00e3o sentia diferen\u00e7a quando dormia na casa dos \u00edndios.<\/p>\n\n\n\n<p>Depois do Equador, voltou a It\u00e1lia para ver seus familiares e em 26 de abril de 1975, Padre Francisco chega ao Brasil indo para a Par\u00f3quia S\u00e3o Jos\u00e9 do Itamarati, na Diocese de Petr\u00f3polis. Nesta par\u00f3quia realizou diversos trabalhos e, aproveitando a experi\u00eancia do Equador, visitou cada fam\u00edlia da Par\u00f3quia, fossem cat\u00f3licas ou n\u00e3o. Um de seus grandes trabalhos foi com a catequese, a forma\u00e7\u00e3o dos jovens e forma\u00e7\u00e3o de grupos para rezar na casa das pessoas, aproveitando sempre a Campanha da Fraternidade e a Novena de Natal.<\/p>\n\n\n\n<p>Os grupos criados pelo Padre Francisco na Par\u00f3quia S\u00e3o Jos\u00e9 hoje s\u00e3o incentivados pela Igreja, como est\u00e1 previsto no Documento de Aparecida, como pequenas comunidades. Em cada rua da Par\u00f3quia, havia um grupo com 12 ou mais pessoas que procurava visitar e rezar na casa de fam\u00edlia. Para este trabalho, Padre Francisco contou sempre com a presen\u00e7a de seminaristas diocesanos, lazaristas e religiosos e religiosas. Os movimentos da Igreja, como Cursilho, ECC, Jovens e tantos outros sempre tiveram apoio e seu incentivo.<\/p>\n\n\n\n<p>Paralelo ao seu trabalho religioso, Padre Francisco nunca se esqueceu daqueles que hoje Papa Francisco chama invis\u00edveis da sociedade. Sempre ajudou os mais necessitados, visitando-os em suas casas, levando a Palavra de Deus e a ajuda material. Visitando os doentes nos hospitais e em suas casas e atendendo a todos que batiam a sua porta pedindo uma ajuda material ou espiritual. Este \u00e9 um trabalho que realizou at\u00e9 ficar doente de um AV.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1984, a pedido do ent\u00e3o bispo da Diocese de Petr\u00f3polis, Dom Manoel Pedro da Cunha Cintra, Padre Francisco assume a Par\u00f3quia Santo Ant\u00f4nio do Alto da Serra. Nesta Par\u00f3quia, Padre Francisco encontrou uma comunidade estruturada e por isso, como pastor deu continuidade ao trabalho, fazendo as mudan\u00e7as necess\u00e1rias e ampliando o trabalho da par\u00f3quia. <\/p>\n\n\n\n<p>Uma de suas realiza\u00e7\u00f5es durante o per\u00edodo que ficou \u00e0 frente da Par\u00f3quia do Alto da Serra foi anteceder ao Documento de Aparecida incentivando a instala\u00e7\u00e3o de pequenas comunidades, al\u00e9m das cinco grandes, incentivando que se reuniam semanalmente para rezar e meditar a Palavra. Padre Francisco fazia quest\u00e3o de uma vez por m\u00eas celebrar missa em cada uma delas. Por conta disto, todos os dias tinha missa numa pequena comunidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Com a Par\u00f3quia estruturada, com todas as pastorais e movimentos atuando, Padre Francisco aproveitou para ampliar seu trabalho de visita as fam\u00edlias e aos mais necessitados e com isso criou campanhas como do coberto para o inverno das fam\u00edlias carentes e da cesta b\u00e1sica. O seu trabalho na Par\u00f3quia do Alto da Serra era intenso, pois sempre deixava sua \u201cporta aberta\u201d para atender quem lhe procurava e n\u00e3o eram pouca<\/p>\n\n\n\n<p>.No domingo, entre uma missa e outra, sempre atendia confiss\u00e3o, visitava um doente, atendia a fam\u00edlia de algum falecido e sempre ap\u00f3s a missa da noite, mesmo cansado, nunca deixava de atender as pessoas, fossem elas paroquianos ou n\u00e3o, morador de rua ou algu\u00e9m que necessitava de ajuda. Este \u00e9 o resultado de seu minist\u00e9rio sacerdotal, doar-se por inteiro para aqueles que necessitam do an\u00fancio da Palavra e do p\u00e3o nosso, a exemplo de Cristo que alimentou o povo com p\u00e3o e peixe e os alimentou tamb\u00e9m com sua palavra.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele ficou \u00e0 frente da Par\u00f3quia do Alto da Serra at\u00e9 20 de outubro de 2015, quando foi nomeado P\u00e1roco Em\u00e9rito da Par\u00f3quia Santo Ant\u00f4nio do Alto da Serra e Vig\u00e1rio da Par\u00f3quia Nossa Senhora do Amor Divino. Indo residir no Semin\u00e1rio Diocesano Nossa Senhora do Amor Divino.<\/p>\n\n\n\n<p>Paralelo ao seu trabalho como p\u00e1roco, desde sua chegada a Diocese de Petr\u00f3polis foi confessor e diretor espiritual no Semin\u00e1rio Diocesano. Desta forma, ao longo destes 45 anos tem contribu\u00eddo de forma direta na forma\u00e7\u00e3o dos sacerdotes diocesanos. <\/p>\n\n\n\n<p>Nos \u00faltimos anos, pela conviv\u00eancia di\u00e1ria, os seminaristas t\u00eam a oportunidade, n\u00e3o apenas ouvir suas hist\u00f3rias e ver sua aten\u00e7\u00e3o ao povo de Deus, mas de testemunhar sua espiritualidade, seu cuidado com o celebrar e seu amor a Virgem Maria.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com objetivo de atender pessoas que vem \u00e0 Petr\u00f3polis fazer tratamento contra o c\u00e2ncer e<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":12788,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[12],"tags":[],"class_list":["post-12787","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cidade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12787","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12787"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12787\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":12791,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12787\/revisions\/12791"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/12788"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12787"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12787"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12787"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}