{"id":4087,"date":"2020-10-27T19:36:30","date_gmt":"2020-10-27T19:36:30","guid":{"rendered":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/?p=4087"},"modified":"2020-10-27T19:36:30","modified_gmt":"2020-10-27T19:36:30","slug":"primeiro-livro-de-petropolitana-e-selecionado-como-um-dos-dez-melhores-originais-por-editora-de-sao-paulo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/2020\/10\/27\/primeiro-livro-de-petropolitana-e-selecionado-como-um-dos-dez-melhores-originais-por-editora-de-sao-paulo\/","title":{"rendered":"Primeiro livro de petropolitana \u00e9 selecionado como um dos dez melhores originais por editora de S\u00e3o Paulo"},"content":{"rendered":"\n<p>O primeiro original da petropolitana <strong>Giulia de Ara\u00fajo<\/strong>, foi selecionado para compor \u00e0s dez obras avaliadas como de maior qualidade art\u00edstica e\/ou te\u00f3rica recebidas pela Editora paulista Voz de Mulher.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/WhatsApp-Image-2020-10-27-at-10.12.51-1024x1024.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4089\" srcset=\"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/WhatsApp-Image-2020-10-27-at-10.12.51-1024x1024.jpeg 1024w, https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/WhatsApp-Image-2020-10-27-at-10.12.51-300x300.jpeg 300w, https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/WhatsApp-Image-2020-10-27-at-10.12.51-150x150.jpeg 150w, https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/WhatsApp-Image-2020-10-27-at-10.12.51-768x768.jpeg 768w, https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/WhatsApp-Image-2020-10-27-at-10.12.51.jpeg 1080w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Giulia Madeira Coutinho de Ara\u00fajo, <strong>Giulia de Ara\u00fajo, <\/strong>\u00e9filha da tamb\u00e9m autora Drica Madeira e foi educada e vive num lar em que a leitura e a educa\u00e7\u00e3o s\u00e3o prioridades. Giulia \u00e9 feminista e escritora, tem 21 anos e \u00e9 petropolitana. Estuda Direito na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), tendo feito parte do curso na Universidade de Bras\u00edlia. Em 2017 coordenou o Diret\u00f3rio Central dos Estudantes (DCE) da UFRRJ e atualmente \u00e9 pesquisadora do N\u00facleo de Pesquisa em Direitos Fundamentais, Rela\u00e7\u00f5es Privadas e Pol\u00edticas P\u00fablicas da UFRRJ.<\/p>\n\n\n\n<p>O primeiro livro a ser publicada pela autora \u00e9 intitulado <strong>\u201cRomancinho \u2013 ou o clube de Roland Barthes\u201d<\/strong> e trata-se de uma narrativa com reflex\u00f5es de uma jovem que, vendo-se obrigada a fazer uso das novas tecnologias para se relacionar com as pessoas em um momento de isolamento social, se interessa por um rapaz do qual desconhece absolutamente tudo, exceto aquilo que v\u00ea pela c\u00e2mera de uma videoconfer\u00eancia. Ao longo de uma oficina de escrita que acontece virtualmente ela presencia discuss\u00f5es liter\u00e1rias, l\u00ea textos e ouve hist\u00f3rias de pessoas que est\u00e3o em diferentes lugares do Brasil.<strong><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Giulia conta que recebeu, encaminhado via Instagram, por um amigo, a portagem da Editora Voz de Mulher. \u201cEu n\u00e3o conhecia a editora, passei a seguir e resolvi enviar uma hist\u00f3ria para avalia\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que elas estavam aceitando originais de mulheres escritoras durante a pandemia. Algumas semanas depois recebi um e-mail dizendo que elas gostaram do texto e queriam publicar em formato de livro. Tomei um susto porque geralmente as respostas demorar a chegar porque as revistas e editoras t\u00eam muito trabalho. Foi uma surpresa incr\u00edvel\u201d, conta.<\/p>\n\n\n\n<p>A jovem autora lembra que em meados de julho estava participando de uma oficina de escrita com a escritora e professora Paloma Vidal, e foi num dos encontros por conta da oficina que surgiu a ideia de escrever o texto que agora vira livro. A estudante ainda conta que a obra fluiu de forma natural e que demorou cerca de um m\u00eas para ser conclu\u00edda. \u201cAs ideias vinham, eu fazia anota\u00e7\u00f5es. Escrevi um pouco e parei, achei que tinha perdido a hist\u00f3ria. Retornei ao texto e tive f\u00f4lego para terminar. O fato \u00e9 que eu escrevo desde o in\u00edcio da minha adolesc\u00eancia, escrever sempre foi uma maneira de me expressar, contar \u00e0s coisas que vejo, colocar os meus sentimentos no papel, mostrar o que eu vejo. Tive uma boa experi\u00eancia durante a oficina de escrita. Tive muitas ideias e estava muito animada para escrever. Ent\u00e3o a hist\u00f3ria veio na minha cabe\u00e7a. Acho que o que me motivou a escrever essa e outras hist\u00f3rias \u00e9 mesmo uma necessidade de express\u00e3o\u201d pontua.<\/p>\n\n\n\n<p>A jovem, que \u00e9 estudante de Direito e muito envolvida com movimentos de cunho social afirma que nunca antes tinha escrito fic\u00e7\u00e3o, ent\u00e3o, de forma geral, tudo o que escreveu de alguma forma aconteceu de verdade. \u201cEnt\u00e3o as hist\u00f3rias surgem no mundo, eu vejo, acho o m\u00e1ximo e decido escrever. A ideia do Romancinho \u00e9 muito simples: uma jovem conhece um homem numa oficina de escrita por v\u00eddeo-confer\u00eancia, ela se interessa por ele e passa a escrever no papel todas as impress\u00f5es que t\u00eam dele, inclusive coisas que ela sup\u00f5e que ele fa\u00e7a. Essa hist\u00f3ria surgiu assim, achei aquele rapaz muito interessante e comecei a escrever, como se estivesse conversando com algu\u00e9m. As outras coisas que eu escrevi s\u00e3o mais ou menos assim, experi\u00eancias simples, corriqueiras que me chamam a aten\u00e7\u00e3o. Sinto que as hist\u00f3rias me s\u00e3o dadas, preciso s\u00f3 escrev\u00ea-las. N\u00e3o invento nada, acho que eu s\u00f3 transmito\u201d declarou.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao ser questionada sobre o que espera com a publica\u00e7\u00e3o, a jovem autora e estudante, responde com a coragem de uma grande e consagrada escritora e mulher. \u201cConfesso que fiquei t\u00e3o surpresa que \u00e0s vezes acho ser mentira o fato de que \u00e9 um livro, ent\u00e3o n\u00e3o sei exatamente o que espero. Talvez que as pessoas gostem dele, achem divertido. Estou muito ansiosa para que me digam o que acharam. Tamb\u00e9m tenho medo de acharem ruim, como qualquer escritora\u201d, finaliza.<\/p>\n\n\n\n<p>A pr\u00e9-venda do livro ser\u00e1 divulgada em breve pela <strong>Editora Voz de Mulher <\/strong>atrav\u00e9s do Instagram @editoravozdemulher (<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/editoravozdemulher\/\">https:\/\/www.instagram.com\/editoravozdemulher\/<\/a>).<\/p>\n\n\n\n<p>Sobre a editora<\/p>\n\n\n\n<p>A Voz de Mulher possui como foco editorial publicar livros das \u00e1reas de Literatura (poesia, conto, romance, cr\u00f4nica), Teoria e Cr\u00edtica liter\u00e1rias, Mulheridades (\u00e1reas de Humanas e Sa\u00fade, cujos temas estejam associados ao universo da mulher), Psicologia e Educa\u00e7\u00e3o, escritos por mulheres. E a fim de promover, incentivar e dar reconhecimento \u00e0 qualidade da escrita das mulheres que as procuram para publicar suas obras, a Editora possui como pol\u00edtica editorial oferecer a gratuidade de publica\u00e7\u00e3o \u00e0s dez obras com maior qualidade art\u00edstica e\/ou te\u00f3rica recebidas quando da abertura para envio de originais.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma quest\u00e3o muito importante para a Editora \u00e9 o fato de toda a equipe ser de mulheres, ou seja, desde a office-girl, passando pela editora, diagramadora e ilustradora. \u201cTodas trabalhamos para oferecer \u00e0s escritoras possibilidades de publica\u00e7\u00e3o condizentes com o momento s\u00f3cio-pol\u00edtico-econ\u00f4mico que atravessamos, e para ofertar ao p\u00fablico-leitor livros com excelente qualidade art\u00edstica, gr\u00e1fica e, acima de tudo, de conte\u00fado tanto liter\u00e1rio quanto te\u00f3rico\u201d, ressalta Tema.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O primeiro original da petropolitana Giulia de Ara\u00fajo, foi selecionado para compor \u00e0s dez obras<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":4088,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[12],"tags":[],"class_list":["post-4087","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cidade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4087","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4087"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4087\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4090,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4087\/revisions\/4090"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4088"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4087"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4087"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4087"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}