{"id":44760,"date":"2022-09-30T05:00:00","date_gmt":"2022-09-30T08:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/?p=44760"},"modified":"2022-09-29T18:37:47","modified_gmt":"2022-09-29T21:37:47","slug":"pesquisa-mostra-mitos-e-desinformacoes-sobre-o-cancer-de-mama","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/2022\/09\/30\/pesquisa-mostra-mitos-e-desinformacoes-sobre-o-cancer-de-mama\/","title":{"rendered":"Pesquisa mostra mitos e desinforma\u00e7\u00f5es sobre o c\u00e2ncer de mama"},"content":{"rendered":"\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Muitas mulheres ainda priorizam o autoexame no lugar da mamografia<\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Por Ludmilla Souza &#8211; Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil &#8211; S\u00e3o Paulo<audio src=\"https:\/\/tts-app.ebc.com.br\/media\/tts\/188331.mp3\"><\/h4>\n\n\n\n<p>Os resultados de uma pesquisa in\u00e9dita sobre o c\u00e2ncer de mama, realizada pela Intelig\u00eancia em Pesquisa e Consultoria (Ipec) mostra que para muitas mulheres o autoexame das mamas \u00e9 a principal forma de detectar tumores de mama precocemente. Essa percep\u00e7\u00e3o difere da&nbsp;<a href=\"https:\/\/sbmastologia.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/Cartilha-SBM-2022-digital-2.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">recomenda\u00e7\u00e3o das sociedades m\u00e9dicas brasileiras<\/a>.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1485113&amp;o=node\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1485113&amp;o=node\"><\/p>\n\n\n\n<p>O autoexame \u00e9 importante, refor\u00e7am especialistas, mas a mamografia \u00e9 o principal exame para detectar o c\u00e2ncer de mama na fase inicial. De acordo com a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), o&nbsp; autoexame \u00e9 indicado como autoconhecimento em rela\u00e7\u00e3o ao pr\u00f3prio corpo, mas n\u00e3o deve substituir os exames realizados ou prescritos pelo m\u00e9dico, j\u00e1 que muitas les\u00f5es, ainda pequenas, n\u00e3o s\u00e3o palp\u00e1veis. Contudo, 64% das mulheres que participaram da nova pesquisa do Ipec dizem acreditar que o procedimento seria o principal meio para o diagn\u00f3stico do c\u00e2ncer de mama no est\u00e1gio inicial.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa C\u00e2ncer de Mama Hoje: Como o Brasil Enxerga a Paciente e Sua Doen\u00e7a?, foi feita pelo Ipec com 1.397 mulheres, a pedido da Pfizer. Foram entrevistadas internautas de S\u00e3o Paulo (capital) e das regi\u00f5es metropolitanas de Bel\u00e9m, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro e Distrito Federal, com 20 anos ou mais de idade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Os resultados desta pesquisa foram divulgados nesta quinta-feira (29), em S\u00e3o Paulo, pelo Coletivo Pink. Durante o encontro,&nbsp;especialistas como a oncologista D\u00e9bora Gagliato, a presidente do Instituto Oncoguia, Luciana Holtz, bem como a l\u00edder m\u00e9dica da Pfizer, M\u00e1rcia Pinheiro, comentaram sobre a pesquisa e o cen\u00e1rio atual do c\u00e2ncer de mama, que ainda ocupa o primeiro lugar nas causas de morte por c\u00e2ncer entre as brasileiras. A coordenadora de projetos e voluntariado no Oncoguia, Evelin Scarelli Terwak, tamb\u00e9m participou do encontro, e contou sobre a pr\u00f3pria trajet\u00f3ria de tratamento do c\u00e2ncer de mama.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Autoexame<\/h2>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m da confus\u00e3o em torno do papel do autoexame, a maioria das mulheres ouvidas pelo Ipec tamb\u00e9m demonstra desconhecer as recomenda\u00e7\u00f5es m\u00e9dicas para a realiza\u00e7\u00e3o da mamografia, que pode detectar tumores menores que 1 cent\u00edmetro. Para 54% das respondentes, n\u00e3o est\u00e1 clara a necessidade de passar pelo procedimento caso outros exames, como o ultrassom das mamas, n\u00e3o indiquem altera\u00e7\u00f5es: 38 % acreditam que a mamografia deve ser feita apenas mediante achados suspeitos em outros testes, enquanto 16% n\u00e3o sabem opinar.<\/p>\n\n\n\n<p>A recomenda\u00e7\u00e3o geral das sociedades m\u00e9dicas \u00e9 a de que, a partir dos 40 anos, as mulheres realizem a mamografia anualmente. Mas 51% das respondentes da pesquisa n\u00e3o est\u00e3o cientes da import\u00e2ncia dessa regularidade: 30% das entrevistadas est\u00e3o convencidas de que, ap\u00f3s um primeiro exame com resultado normal, a mulher estaria liberada para realizar apenas o autoexame em casa, enquanto 21% da amostra afirma desconhecer qual seria a orienta\u00e7\u00e3o correta.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Mitos&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p>Os mitos ligados ao tema se mostram fortes na popula\u00e7\u00e3o estudada: 8% das mulheres que responderam \u00e0 pesquisa atribuem o c\u00e2ncer de mama a causas divinas, alegando que a doen\u00e7a teria aparecido porque \u201cestava nos planos de Deus\u201d. Al\u00e9m disso, 6% das mulheres que acreditam que o tumor teria rela\u00e7\u00e3o com a possibilidade de a mulher \u201cn\u00e3o ter perdoado algu\u00e9m\u201d, acumulando m\u00e1goa.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Entre as mulheres mais jovens, algumas fake news recorrentes sobre o tema aparecem: na faixa que abrange entrevistadas de 20 a 29 anos, por exemplo, 47% n\u00e3o est\u00e3o convencidas de que o tipo de suti\u00e3 usado n\u00e3o tem impacto no risco de ter c\u00e2ncer de mama: 11% acreditam que os modelos com bojo elevam esse risco e 36% n\u00e3o sabem opinar sobre o assunto. Considerando todas as faixas et\u00e1rias, tanto em Porto Alegre quanto em Bel\u00e9m, apenas 59% das entrevistadas est\u00e3o cientes de que a rela\u00e7\u00e3o com essa pe\u00e7a de roupa \u00e9 falsa.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O dado sobre o uso da pe\u00e7a e o risco do c\u00e2ncer surpreendeu a l\u00edder m\u00e9dica na Pfizer Brasil, M\u00e1rcia Pinheiro. \u201cFiquei surpresa com a quest\u00e3o do suti\u00e3 com bojo causar o c\u00e2ncer. Mas \u00e9 nosso papel explicar e tirar essa d\u00favida da popula\u00e7\u00e3o. \u00c9 fundamental essa propaga\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00e3o correta porque isso n\u00e3o deixa de ser uma fake news, \u00e9 uma informa\u00e7\u00e3o errada\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para M\u00e1rcia, \u00e9 preciso desmistificar outras informa\u00e7\u00f5es, como s\u00f3 fazer a mamografia depois de 50 anos, quando o recomendado \u00e9 a partir dos 40 anos. \u201cA partir do momento que se come\u00e7a a ter uma uma rotina de ir ao ginecologista anualmente, o exame da mama j\u00e1 tem que estar inclu\u00eddo. O autoexame tamb\u00e9m \u00e9 uma coisa que a gente precisa desmistificar: ele \u00e9 important\u00edssimo, ele precisa ser feito, n\u00e3o estamos tirando a import\u00e2ncia do autoexame, mas ele n\u00e3o \u00e9 a ferramenta mais importante para fazer o diagn\u00f3stico precoce, ou seja n\u00e3o \u00e9 porque voc\u00ea est\u00e1 fazendo que n\u00e3o precisa fazer a mamografia\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>M\u00e1rcia destaca que a mamografia \u00e9 a forma mais precisa de detectar um tumor pequeno. \u201cJ\u00e1 ouvi muitas vezes pacientes reclamando de fazer a mamografia porque \u00e9 desconfort\u00e1vel, dolorido, mas \u00e9 uma vez por ano, temos que fazer, pois \u00e9 a forma mais sens\u00edvel e acurada de chegar no diagn\u00f3stico de um tumor pequeno. Tamb\u00e9m considero importante a gente dizer que o diagn\u00f3stico do c\u00e2ncer n\u00e3o \u00e9 uma maldi\u00e7\u00e3o, uma condena\u00e7\u00e3o. Hoje temos tratamentos. Ent\u00e3o, quanto mais precoce for detectada a doen\u00e7a, mais f\u00e1cil de tratar e ter um \u00eaxito no tratamento\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Para a coordenadora de projetos e voluntariado no Oncoguia, Evelin Scarelli Terwak, o Outubro Rosa \u00e9 o momento de trocar o olhar de celebra\u00e7\u00e3o para um olhar de conscientiza\u00e7\u00e3o. \u201cO Outubro Rosa \u00e9 um m\u00eas de conscientiza\u00e7\u00e3o, de informa\u00e7\u00e3o\u201d, refor\u00e7a.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Evelin foi diagnosticada com c\u00e2ncer de mama aos 23 anos. Passou pelo tratamento e hoje, aos 34 anos, trabalha no Oncoguia. Ela destaca a import\u00e2ncia da informa\u00e7\u00e3o. \u201cO medo \u00e9 trocado no momento que a informa\u00e7\u00e3o chega, \u00e9 importante saber os n\u00edveis da doen\u00e7a. A mulher com informa\u00e7\u00e3o compartilha com o m\u00e9dico e assim faz suas escolhas\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Hereditariedade e fatores de risco<\/h2>\n\n\n\n<p>A pesquisa evidencia que a maior parte ignora a rela\u00e7\u00e3o entre o estilo de vida e a doen\u00e7a: 58% das mulheres n\u00e3o associam o excesso de peso como um fator de risco, enquanto 74% n\u00e3o identificam a rela\u00e7\u00e3o com o consumo de bebidas alco\u00f3licas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO estilo de vida saud\u00e1vel reduz o risco de desenvolver c\u00e2ncer. Ent\u00e3o, nunca \u00e9 tarde. Promover a sa\u00fade e a conscientiza\u00e7\u00e3o sobre alimenta\u00e7\u00e3o e atividade f\u00edsica sempre vale a pena. O \u00e1lcool \u00e9 um fator de risco, n\u00e3o recomendamos que a mulher beba \u00e1lcool ou se consumirem,&nbsp; limitar uma quantidade pequena. N\u00f3s sabemos que tem mulheres que v\u00eam aumentando muito o consumo de \u00e1lcool, ent\u00e3o nunca \u00e9 demais falar sobre mudan\u00e7a de estilo de vida e se conseguimos implementar essas mudan\u00e7as, n\u00f3s conseguimos impactar positivamente nos \u00edndices de c\u00e2ncer que a gente v\u00ea aumentar. Claro que a idade que a mulher quer ser m\u00e3e \u00e9 um fator que n\u00e3o d\u00e1 para controlar. Mas o sedentarismo, a obesidade, o etilismo, tem que frisar muito por que s\u00e3o fatores de risco que podem ser modificados\u201d, destaca a oncologista D\u00e9bora Gagliato, m\u00e9dica titular do Departamento de Oncologia Cl\u00ednica do Centro Oncol\u00f3gico Antonio Erm\u00edrio de Moraes da Benefic\u00eancia Portuguesa de S\u00e3o Paulo e integrante do comit\u00ea cient\u00edfico do Instituto Vencer o C\u00e2ncer (IVOC).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Por outro lado, a heran\u00e7a gen\u00e9tica \u00e9 o fator mais apontado pelas entrevistadas quando perguntadas sobre as causas do c\u00e2ncer de mama: 82% est\u00e3o convencidas de que a exist\u00eancia de outros casos do tumor na fam\u00edlia seria o principal motivo para o desenvolvimento da doen\u00e7a. A&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.inca.gov.br\/controle-do-cancer-demama\/fatores-de-risco\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">literatura m\u00e9dica<\/a>, contudo, aponta que apenas 5% a 10% do total de casos est\u00e3o associados a esse elemento. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>As participantes da pesquisa desconhecem, por exemplo, a rela\u00e7\u00e3o entre comportamentos associados \u00e0 mulher moderna e o c\u00e2ncer de mama: apenas 17% est\u00e3o cientes de que n\u00e3o ter filhos biol\u00f3gicos aumenta o risco para a doen\u00e7a e muitas ignoram o efeito protetor da<\/p>\n\n\n\n<p>amamenta\u00e7\u00e3o, como \u00e9 o caso de 55% das entrevistadas de Porto Alegre&nbsp; e de 54% das paulistanas.<\/p>\n\n\n\n<p>Elementos ligados ao perfil reprodutivo das mulheres tamb\u00e9m comp\u00f5em o leque de fatores de risco para o c\u00e2ncer de mama, como a menopausa tardia (ap\u00f3s os 55 anos), mas apenas 13% das respondentes conhecem essa informa\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, somente 8% est\u00e3o cientes de que ter a primeira menstrua\u00e7\u00e3o antes dos 12 anos tamb\u00e9m contribui para elevar esse risco.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Pandemia<\/h2>\n\n\n\n<p>Os dados da pesquisa indicam que o cen\u00e1rio pand\u00eamico continua a impactar o cuidado com a sa\u00fade feminina. Quando questionadas sobre os exames mam\u00e1rios feitos nos \u00faltimos 18 meses, 48% das participantes do levantamento responderam que n\u00e3o realizaram procedimentos com acompanhamento m\u00e9dico: 21% recorreram ao autoexame e 27% n\u00e3o passaram por nenhuma avalia\u00e7\u00e3o nesse per\u00edodo.<\/p>\n\n\n\n<p>Considerando o total da amostra, apenas 34% das respondentes afirmam ter mantido a mamografia nos \u00faltimos 18 meses, n\u00famero que cai para 26% tanto no Distrito Federal quanto em Bel\u00e9m. Quando se trata dos cuidados gerais de sa\u00fade, somente 17% das mulheres ouvidas pelo Ipec dizem que, durante a pandemia, realizaram os exames de rotina com a mesma frequ\u00eancia habitual que mantinham anteriormente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O novo levantamento aponta, ainda, que uma porcentagem consider\u00e1vel de mulheres ainda n\u00e3o retomou suas consultas m\u00e9dicas e exames desde que a pandemia come\u00e7ou: essa \u00e9 a situa\u00e7\u00e3o de 7% das respondentes, mas a taxa chega a 9% em Porto Alegre e no Recife.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Outubro Rosa<\/h2>\n\n\n\n<p>Exposi\u00e7\u00f5es, debates, experi\u00eancia imersiva e outras atividades relacionadas ao tema v\u00e3o ocupar, a partir do dia 4 de outubro, o busto gigante, com 300 metros quadrados, montado no Largo da Batata, em S\u00e3o Paulo. Servi\u00e7os realizados por parceiros do projeto, como corte de cabelo solid\u00e1rio e carreta da mamografia, tamb\u00e9m fazem parte da programa\u00e7\u00e3o, bem como oficinas, performances art\u00edsticas e palestras.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/v9oVJawRvubv5eyN1ckHTDVzAyw=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/img_2619.jpg?itok=VRU7xZWy\" alt=\"Busto feminino gigante instalado no Largo da Batata  pelo movimento Coletivo Pink \u2013 Por um Outubro Al\u00e9m do Rosa, em Pinheiros.\" title=\"Rovena Rosa\/Ag\u00eancia Brasil\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\">Busto feminino gigante instalado no Largo da Batata pelo movimento Coletivo Pink \u2013 Por um Outubro Al\u00e9m do Rosa, em Pinheiros. &#8211;&nbsp;<strong>Rovena Rosa\/Ag\u00eancia Brasil<\/strong><\/h6>\n\n\n\n<p>Criado em 2018, o Coletivo Pink \u00e9 um projeto colaborativo idealizado pela Pfizer que busca formas de dialogar sobre o c\u00e2ncer de mama com a sociedade e dar voz para quem j\u00e1 enfrenta a doen\u00e7a, em todos os est\u00e1gios. Este ano o Coletivo tem apoio de 15 associa\u00e7\u00f5es de pacientes oncol\u00f3gicos, que representam diferentes partes do Pa\u00eds.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Edi\u00e7\u00e3o: Aline Leal<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Muitas mulheres ainda priorizam o autoexame no lugar da mamografia Por Ludmilla Souza &#8211; Rep\u00f3rter<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":44761,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[17],"tags":[],"class_list":["post-44760","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-outras-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/44760","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=44760"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/44760\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":44762,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/44760\/revisions\/44762"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/44761"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=44760"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=44760"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=44760"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}