{"id":56029,"date":"2023-03-24T12:55:50","date_gmt":"2023-03-24T15:55:50","guid":{"rendered":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/?p=56029"},"modified":"2023-03-24T12:55:52","modified_gmt":"2023-03-24T15:55:52","slug":"especialistas-divergem-sobre-uso-da-energia-nuclear-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/2023\/03\/24\/especialistas-divergem-sobre-uso-da-energia-nuclear-no-brasil\/","title":{"rendered":"Especialistas divergem sobre uso da energia nuclear no Brasil"},"content":{"rendered":"\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Plano decenal prev\u00ea entrada em opera\u00e7\u00e3o de duas novas usinas at\u00e9 2031<\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Por Vitor Abdala \u2013 Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil &#8211; Rio de Janeiro<audio src=\"https:\/\/tts-app.ebc.com.br\/media\/tts\/200851.mp3\"><\/h4>\n\n\n\n<p>Na \u00faltima semana, a Eletronuclear, estatal brasileira respons\u00e1vel pela gera\u00e7\u00e3o de energia nuclear no pa\u00eds, foi multada pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renov\u00e1veis (Ibama). O motivo da autua\u00e7\u00e3o foi o despejo, pela usina Angra 1, de \u00e1gua contaminada com subst\u00e2ncias radioativas no mar, em setembro do ano passado.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1518490&amp;o=node\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1518490&amp;o=node\"><\/p>\n\n\n\n<p>O incidente, que virou alvo de a\u00e7\u00e3o civil p\u00fablica do Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal (MPF), na \u00faltima ter\u00e7a-feira (21), reacende o debate sobre os custos e benef\u00edcios da gera\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica por meio de termel\u00e9tricas nucleares no pa\u00eds. A&nbsp;<strong>Ag\u00eancia Brasil<\/strong>&nbsp;ouviu especialistas favor\u00e1veis e contr\u00e1rios ao uso desta matriz energ\u00e9tica no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>As duas usinas nucleares brasileiras (Angra 1 e 2) respondem por cerca de 2% da gera\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica produzida no pa\u00eds. Nesta semana, a Eletronuclear, estatal respons\u00e1vel pela administra\u00e7\u00e3o das usinas de Angra, no Rio&nbsp;de Janeiro, divulgou uma nota informando que Angra 1 havia batido seu recorde de gera\u00e7\u00e3o de energia em um m\u00eas, atingindo 485 gigawatts-hora (GWh) em janeiro deste ano.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2022, Angra 1 gerou 4.872 GWh, enquanto sua irm\u00e3 Angra 2 produziu 9.686 GWh. No total, ambas geraram 14.558 GWh que, segundo a Eletronuclear, seria o suficiente para abastecer toda a regi\u00e3o Centro-Oeste.<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1, ainda, a previs\u00e3o de dobrar a produ\u00e7\u00e3o at\u00e9 2031, com a inclus\u00e3o de duas novas usinas no parque gerador no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/m9bj9RQzMiYgXsVKa5jb9MTTg8Q=\/365x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/eletrobras_diviulgacao.jpg?itok=94zmGmfk\" alt=\"Usina de Angra 3\" title=\"Eletrobras\/Divulga\u00e7\u00e3o\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\">Obras para constru\u00e7\u00e3o de Angra 3 &#8211;&nbsp;<strong>Eletrobras\/Divulga\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h6>\n\n\n\n<p>Uma delas, Angra 3, com capacidade instalada de 1,4 GW, est\u00e1 em constru\u00e7\u00e3o, com 65% das obras conclu\u00eddas e previs\u00e3o de entrada em opera\u00e7\u00e3o em 2028. Outra usina dever\u00e1&nbsp;ter&nbsp;1 GW de pot\u00eancia at\u00e9 2031, segundo o Plano Decenal de Energia 2022\/2031, divulgado no ano passado.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Seguran\u00e7a energ\u00e9tica<\/h2>\n\n\n\n<p>Segundo o presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira para o Desenvolvimento de Atividades Nucleares (Abdan), o engenheiro eletricista Celso Cunha, a energia nuclear \u00e9 uma fonte importante para manter a estabilidade da oferta e garantir a seguran\u00e7a do abastecimento.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso porque fontes de energias renov\u00e1veis, como a hidrel\u00e9trica, e\u00f3lica e solar dependem do clima para que possam abastecer o sistema el\u00e9trico nacional.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cElas [<em>as usinas nucleares<\/em>] est\u00e3o sempre ali, com capacidade de produ\u00e7\u00e3o cont\u00ednua, independentemente se chove mais ou se chove menos, se venta ou se faz sol. Elas garantem uma estabilidade do sistema\u201d, afirma Cunha.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo ele, al\u00e9m de garantir a estabilidade do sistema, as usinas nucleares \u2013 que s\u00e3o um tipo de termel\u00e9trica que usa o ur\u00e2nio como combust\u00edvel \u2013, tamb\u00e9m s\u00e3o uma fonte de energia limpa, porque n\u00e3o emitem gases do efeito estufa em seu processo de gera\u00e7\u00e3o, diferente de outras t\u00e9rmicas como aquelas que usam carv\u00e3o, \u00f3leo ou g\u00e1s natural como combust\u00edveis.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, ele aponta que as nucleares t\u00eam um fator de aproveitamento do potencial gerador melhor do que as e\u00f3licas e solares, ou seja, elas conseguem produzir mais energia em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 capacidade nominal da usina.<\/p>\n\n\n\n<p>Cunha tamb\u00e9m define como ponto positivo, a possibilidade de constru\u00ed-las pr\u00f3ximas aos centros consumidores de energia, evitando custos elevados com linhas de transmiss\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/fJGV9XA7vMk-ZHdOZqngtrBdP0U=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/angra_1.jpg?itok=1nL8A-vU\" alt=\"Angra 1 da Eletronuclear\" title=\"Divulga\u00e7\u00e3o\/ Angra 1 da Eletronuclear\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\">Em 2022, Angra 1 gerou 4.872 GWh &#8211;&nbsp;<strong>Divulga\u00e7\u00e3o\/ Angra 1 da Eletronuclear<\/strong><\/h6>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Argumentos divergentes<\/h2>\n\n\n\n<p>O doutor em energ\u00e9tica e professor aposentado da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Heitor Scalambrini Costa, no entanto, discorda da avalia\u00e7\u00e3o da Abdan. Para ele, o Brasil n\u00e3o precisa de usinas nucleares, pois \u00e9 poss\u00edvel abastecer o pa\u00eds com fontes como energia e\u00f3lica, hidrel\u00e9trica e solar.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO Brasil, com toda sua diversidade, de \u00e1gua, sol, vento e biomassa, realmente n\u00e3o precisa de uma fonte t\u00e3o pol\u00eamica. O argumento de que as energias e\u00f3lica, solar e outras fontes seguem ciclos naturais, \u00e9 inconsistente, do ponto de vista t\u00e9cnico. \u00c9 poss\u00edvel fazer sistemas h\u00edbridos, complementares. Se, \u00e0 noite, voc\u00ea n\u00e3o tem o sol para fornecer energia, aqui no Nordeste, em particular, os ventos s\u00e3o mais fortes durante a noite. No Sul, se voc\u00ea tem um per\u00edodo de poucas chuvas, \u00e9 o per\u00edodo que coincide com a colheita da cana, em que voc\u00ea pode queimar o baga\u00e7o e produzir energia el\u00e9trica\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, segundo ele, dizer que a energia nuclear \u00e9 limpa \u00e9 um mito, j\u00e1 que os processos de produ\u00e7\u00e3o do combust\u00edvel emitem gases do efeito estufa.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cVoc\u00ea tem emiss\u00e3o de gases do efeito estufa na minera\u00e7\u00e3o [<em>do ur\u00e2nio<\/em>], no transporte, nos processos de enriquecimento e produ\u00e7\u00e3o das pastilhas\u201d.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>H\u00e1 ainda uma quest\u00e3o mais grave, que \u00e9 a destina\u00e7\u00e3o do combust\u00edvel j\u00e1 usado, o chamado lixo nuclear, que continua emitindo radia\u00e7\u00e3o durante anos e apresenta um risco para os seres humanos e o meio ambiente, segundo Scalambrini.<\/p>\n\n\n\n<p>Para Celso Cunha, no entanto, esse combust\u00edvel n\u00e3o \u00e9 lixo e pode ser reutilizado, atrav\u00e9s de um reprocessamento. Segundo ele, o Brasil decidiu n\u00e3o fazer uso desse material, mas poderia gerar recursos vendendo para pa\u00edses que fazem o reprocessamento, como a Fran\u00e7a e o Jap\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Scalambrini diz que esse res\u00edduo \u00e9 ainda mais perigoso que o combust\u00edvel novo, j\u00e1 que cont\u00e9m plut\u00f4nio e pode ser usado militarmente na produ\u00e7\u00e3o de bombas at\u00f4micas sujas.<\/p>\n\n\n\n<p>Outro ponto destacado por Scalambrini \u00e9 o risco de acidentes nucleares, como aconteceu em Chernobyl e Fukushima. Para ele n\u00e3o h\u00e1 como garantir que n\u00e3o ocorram novos acidentes, por mais avan\u00e7ados que sejam a tecnologia e os protocolos de seguran\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 Cunha afirma que os acidentes foram pontuais e explica: Chernobyl aconteceu em uma \u00e9poca em que os protocolos de seguran\u00e7a n\u00e3o eram t\u00e3o exigentes quanto&nbsp;hoje&nbsp;e Fukushima foi v\u00edtima de uma sucess\u00e3o de incidentes derivados de um terremoto e um consequente tsunami.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/RxyagpV5XDDNlQOAGq2fvoMMqws=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/whatsapp_image_2021-02-02_at_18.56.49.jpeg?itok=kpUY-t0O\" alt=\"Angra 2\" title=\"Divulga\u00e7\u00e3o  Eletronuclear\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\">As usinas nucleares Angra 1 e 2 respondem por cerca de 2% da gera\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica produzida no pa\u00eds &#8211;&nbsp;<strong>Divulga\u00e7\u00e3o Eletronuclear<\/strong><\/h6>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Custo<\/h2>\n\n\n\n<p>Scalambrini explica ainda que a gera\u00e7\u00e3o da energia nuclear \u00e9 cara, o que impacta no seu custo.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cO custo \u00e9 muito mais caro. Chega a ser tr\u00eas a cinco vezes mais caro que a energia e\u00f3lica, a solar e a que vem das hidrel\u00e9tricas. E quem pagaria isso ser\u00edamos n\u00f3s na conta\u201d, afirma.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Para Cunha, no entanto, o custo deve ser analisado sob o ponto de vista de estabilidade j\u00e1 que, apesar de ser mais cara, a energia nuclear garantiria a oferta da energia.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cTem um custo agregado para algu\u00e9m garantir a estabilidade do sistema\u201d, justifica o presidente da Abdan.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Pequenas usinas<\/h2>\n\n\n\n<p>A Abdan aposta que os pequenos reatores nucleares representam o futuro da gera\u00e7\u00e3o de energia termel\u00e9trica nuclear.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cSer\u00e3o reatores que voc\u00ea produz e homologa nas f\u00e1bricas e traz direto para o&nbsp;<em>site<\/em>&nbsp;[local onde ser\u00e1 instalado para gerar energia]. O problema de constru\u00e7\u00e3o, que leva um temp\u00e3o, reduz muito. O volume de investimentos no empreendimento \u00e9 muito menor\u201d, explica Cunha.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Os pequenos reatores tamb\u00e9m prometem resolver o problema de inflexibilidade da quantidade de energia das grandes usinas nucleares, j\u00e1 que eles permitem aumentar e reduzir carga mais rapidamente do que grandes reatores.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo Cunha, por isso, os pequenos reatores podem ser complementares aos parques geradores e\u00f3licos e solares. \u201cVoc\u00ea pode trabalhar junto com a solar e e\u00f3lica e compensar a flutua\u00e7\u00e3o que existe\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Scalambrini diz que esses pequenos reatores apresentam os mesmos riscos que os grandes reatores, incluindo os res\u00edduos radioativos e a possibilidade de acidentes.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Angra 3<\/h2>\n\n\n\n<p>Sobre a constru\u00e7\u00e3o de Angra 3, que se arrasta por quatro d\u00e9cadas, os dois especialistas tamb\u00e9m divergem. Cunha diz que o custo para a conclus\u00e3o da obra est\u00e1&nbsp;hoje&nbsp;em torno de R$ 21 bilh\u00f5es. No entanto, segundo ele, suspender as obras e desmontar a estrutura j\u00e1 constru\u00edda custaria algo em torno de R$ 15 bilh\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cN\u00e3o tem o menor sentido voc\u00ea paralisar aquilo. O custo daquela energia n\u00e3o ser\u00e1 o custo de uma obra normal. \u00c9 uma obra que j\u00e1 parou tr\u00eas vezes. Esse \u00e9 o custo Brasil, da famosa ponte que voc\u00ea constr\u00f3i mas n\u00e3o tem a cabeceira nem a estrada. Voc\u00ea precisa de continuidade: come\u00e7o, meio e fim\u201d, afirma Cunha, que defende que o governo ceda espa\u00e7o \u00e0 iniciativa privada na gera\u00e7\u00e3o de energia nuclear.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cDeixa a iniciativa privada construir e operar. E a gente vai manter regula\u00e7\u00e3o e controle desse projeto, atrav\u00e9s da Autoridade Nacional de Seguran\u00e7a Nuclear, que foi criada para fazer isso\u201d.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>J\u00e1 Scalambrini defende a paralisa\u00e7\u00e3o das obras de Angra 3 e que a estrutura j\u00e1 erguida seja desmontada. Segundo ele, isso n\u00e3o custar\u00e1 tanto, uma vez que a usina nunca entrou em opera\u00e7\u00e3o e, por isso, n\u00e3o precisar\u00e1 ser descontaminada.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, ele defende que seja estabelecido um cronograma para que as usinas de Angra 1 e 2 sejam desativadas.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201c\u00c9 \u00f3bvio que n\u00e3o se faz isso do dia para a noite, mas que se coloque isso como uma meta. Se \u00e9 para fazermos termel\u00e9tricas, vamos fazer com biomassa, vamos utilizar res\u00edduos da agricultura\u201d.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Segundo ele, \u00e9 importante que o governo envolva a sociedade na discuss\u00e3o sobre os rumos da matriz energ\u00e9tica no futuro,.<\/p>\n\n\n\n<p>A&nbsp;<strong>Ag\u00eancia Brasil<\/strong>&nbsp;entrou em contato com o Minist\u00e9rio de Minas e Energia para saber sobre dos planos do novo governo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 energia nuclear, mas n\u00e3o obteve resposta.<\/p>\n\n\n\n<p>Edi\u00e7\u00e3o: Denise Griesinger<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Plano decenal prev\u00ea entrada em opera\u00e7\u00e3o de duas novas usinas at\u00e9 2031 Por Vitor Abdala<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":56030,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[17],"tags":[],"class_list":["post-56029","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-outras-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56029","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=56029"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56029\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":56031,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56029\/revisions\/56031"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/56030"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=56029"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=56029"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=56029"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}