{"id":57270,"date":"2023-04-12T13:34:42","date_gmt":"2023-04-12T16:34:42","guid":{"rendered":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/?p=57270"},"modified":"2023-04-12T13:34:43","modified_gmt":"2023-04-12T16:34:43","slug":"violencia-nas-escolas-como-falar-com-criancas-e-adolescentes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/2023\/04\/12\/violencia-nas-escolas-como-falar-com-criancas-e-adolescentes\/","title":{"rendered":"Viol\u00eancia nas escolas: como falar com crian\u00e7as e adolescentes"},"content":{"rendered":"\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Especialistas dizem que acolhimento e escuta s\u00e3o fundamentais<\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Por Luiz Claudio Ferreira &#8211; Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil &#8211; Bras\u00edlia<audio src=\"https:\/\/tts-app.ebc.com.br\/media\/tts\/201758.mp3\"><\/audio><\/h4>\n\n\n\n<p>&nbsp;\u201cMam\u00e3e, eu vou poder ir para a escola?\u201d \u201cPor que h\u00e1 massacre?\u201d A professora Gina Vieira, pesquisadora em educa\u00e7\u00e3o no Distrito Federal, ficou aturdida ao ouvir do filho de 12 anos a palavra \u201cmassacre\u201d e perguntas que exigem mais do que uma simples resposta: exigem aten\u00e7\u00e3o, ouvidos dispon\u00edveis, seriedade, serenidade e acolhimento.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cMuitas vezes, as fam\u00edlias se recusam a conversar [sobre atentados tornados p\u00fablicos em escolas e outros ambientes] porque acreditam que isso pode traumatizar a crian\u00e7a. S\u00f3 que as crian\u00e7as est\u00e3o em um mundo em que elas s\u00e3o expostas de maneira visceral a tudo o que acontece\u201d, diz a pesquisadora em educa\u00e7\u00e3o que tem projetos premiados no campo da educa\u00e7\u00e3o e de direitos humanos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ela explica que dialogar com as crian\u00e7as sobre o que est\u00e1 acontecendo requer que os pais superem a perspectiva ing\u00eanua de acreditar que a viol\u00eancia na escola \u00e9 algo relativo ao ambiente escolar. Gina Vieira entende que mensagens de \u00f3dio e desinforma\u00e7\u00e3o passaram a ocupar espa\u00e7o central no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><em>\u201c\u00c9 necess\u00e1rio que os pais ou\u00e7am as crian\u00e7as e estejam atentos aos sinais de que podem estar assustadas, apreensivas e com medo\u201d, diz Gina Vieira.<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Acolher esses sentimentos \u00e9 a palavra adequada, segundo a professora de psicologia Belinda Mandelbaum, da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP). \u201cEm um primeiro momento, \u00e9 necess\u00e1rio escutar o que chegou at\u00e9 elas. Escutar os medos e as impress\u00f5es. A partir dessa escuta, os adultos podem, de alguma maneira, contribuir para uma amplia\u00e7\u00e3o da compreens\u00e3o da crian\u00e7a sobre aquilo que ocorreu\u201d. Assim, os adultos devem ficar dispon\u00edveis para poder responder \u00e0s perguntas das crian\u00e7as, ouvir e pensar com ela sobre as quest\u00f5es que elas t\u00eam.<\/p>\n\n\n\n<p>Para a psicopedagoga Ana Paula Barbosa, que tamb\u00e9m \u00e9 professora de psicologia e pesquisa o desenvolvimento infantil, \u00e9 fundamental que os adultos n\u00e3o neguem \u00e0s crian\u00e7as a possibilidade de sentir e se emocionar. \u00c9 preciso que as fam\u00edlias estejam dispostas para essa conversa.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cElas v\u00e3o perguntar: \u2018m\u00e3e, o que est\u00e1 acontecendo?\u2019, \u2018morreram crian\u00e7as?\u2019&#8221; N\u00e3o negue e n\u00e3o se afaste. Acolha a crian\u00e7a e pergunte em que espa\u00e7o ela ouviu aquela informa\u00e7\u00e3o. Ent\u00e3o, traga a crian\u00e7a para perto. Perguntar o que ela est\u00e1 sentindo e explicar o que \u00e9 o medo\u201d, pondera a professora do Centro Universit\u00e1rio de Bras\u00edlia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A professora recomenda que \u00e9 poss\u00edvel explicar que o medo \u00e9 um sentimento e que as fam\u00edlias e as pessoas na escola est\u00e3o trabalhando para cuidar da seguran\u00e7a dela.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma oportunidade, segundo Ana Paula Barbosa, para identificar que n\u00e3o \u00e9 bom ser violento, mas que algumas pessoas utilizam a viol\u00eancia. \u201cPodemos falar sobre o medo para crian\u00e7a externalizar esse sentimento de algum modo. Ela ainda est\u00e1 em processo de desenvolvimento. Deixar claro para ela que, se a crian\u00e7a tiver medo na escola, pode chamar a professora, pedir ajuda, falar sobre os sentimentos\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>At\u00e9 porque, segundo a pesquisadora Danila Zambianco, da Universidade de Campinas (Unicamp), por vezes, o adulto causa mais temor ainda na crian\u00e7a, uma vez que potencializa algo que at\u00e9 pode ter passado despercebido. \u201c\u00c9 importante que as fam\u00edlias deem espa\u00e7o para as crian\u00e7as falarem o que percebem e que elas expressem sentimentos\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ao inv\u00e9s de inquirir a crian\u00e7a se ela sabe algo sobre a viol\u00eancia, questionar se algo de diferente chamou aten\u00e7\u00e3o. \u201cIsso quer dizer que \u00e9 necess\u00e1rio que o adulto tome cuidado para n\u00e3o julgar o que a crian\u00e7a trouxe\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>As especialistas ouvidas pela&nbsp;<strong>Ag\u00eancia Brasil<\/strong>&nbsp;avaliam que \u00e9 importante, tanto quanto a informa\u00e7\u00e3o, respeitar quando crian\u00e7as manifestarem desconforto em ir para a escola. Em continuidade a uma eventual falta, \u00e9 importante que os adultos respons\u00e1veis indiquem que est\u00e3o atentos a todas as provid\u00eancias de seguran\u00e7a tomadas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo as pesquisadoras, os adultos tamb\u00e9m transmitem ansiedade e preocupa\u00e7\u00e3o. E esses sinais s\u00e3o captados pelas antenas da sensibilidade das crian\u00e7as.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Adolescentes<\/h2>\n\n\n\n<p>Embora consigam refletir sobre as crises de uma forma mais elaborada, adolescentes requerem tamb\u00e9m aten\u00e7\u00e3o bastante especial em rela\u00e7\u00e3o ao que ouvem e recebem do mundo. \u201cA gente ainda acha que o adolescente tem algumas capacidades a mais do que a crian\u00e7a, mas o c\u00e9rebro do adolescente tamb\u00e9m est\u00e1 em desenvolvimento\u201d, pontua a professora Ana Paula Barbosa.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><em>&#8220;Adolescentes vivem em meio a descobertas&nbsp;e chegam a registrar alguns epis\u00f3dios de maneira tamb\u00e9m distorcida, idealizada ou at\u00e9 rom\u00e2ntica. Para lidar com o adolescente, n\u00e3o se costuma utilizar componentes l\u00fadicos. A gente vai ter que encarar uma conversa que traga alertas e possibilidades de riscos para que a pessoa compreenda melhor o que se passa.&#8221;&nbsp;<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Outra provid\u00eancia que adultos podem tomar \u00e9 chamar&nbsp;a aten\u00e7\u00e3o para que adolescentes n\u00e3o satirizem os eventos, chamando-os \u00e0 responsabilidade moral diante das not\u00edcias de trag\u00e9dia. \u201cQue tipo de humor \u00e9 esse que se faz por cima do sofrimento de algumas pessoas?\u201d<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/-dzuTUHJ08h9dx-PTLXHzA5F8X8=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/rvrsa_abr_22081921127.jpg?itok=KwsnAm24\" alt=\" Uso cont\u00ednuo de celular com  a cabe\u00e7a inclinada para baixo pode gerar problemas na cervical.\" title=\"Rovena Rosa\/Ag\u00eancia Brasil\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\"><strong>Arquivo\/Rovena Rosa\/Ag\u00eancia Brasil<\/strong><\/h6>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Abandono digital<\/h2>\n\n\n\n<p>A exposi\u00e7\u00e3o chega \u00e0 sala de casa a partir da&nbsp;TV ligada ou do celular que algu\u00e9m traz sempre \u00e0 m\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Paralelamente&nbsp;ao momento terr\u00edvel de viol\u00eancia, Gina Vieira aponta que as crian\u00e7as est\u00e3o expostas a uma esp\u00e9cie de \u201cabandono digital\u201d.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cOs pais est\u00e3o soterrados de trabalho. As fam\u00edlias sobrecarregadas e as crian\u00e7as muitas vezes est\u00e3o entregues a dispositivos m\u00f3veis\u201d.&nbsp;<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>A psicopedagoga Ana Paula Barbosa orienta que os respons\u00e1veis se aproximem das crian\u00e7as e&nbsp;observem aquilo que elas&nbsp;est\u00e3o olhando ou ouvindo. \u201cAs not\u00edcias mais fortes devem ser evitadas\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Ela enfatiza, entretanto, que isso n\u00e3o deve ser motivo para evitar o assunto porque as informa\u00e7\u00f5es podem chegar deturpadas de outro lugar.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Essas distor\u00e7\u00f5es via redes sociais s\u00e3o perigosas, diz a professora Belinda Mandelbaum, pesquisadora do Laborat\u00f3rio de Estudos da Fam\u00edlia, da USP.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>&#8220;\u00c9 preciso entender o que toda essa tecnologia significa para elas e poder mostrar tamb\u00e9m os riscos que est\u00e3o envolvidos. Tudo aquilo que as crian\u00e7as n\u00e3o tenham ainda condi\u00e7\u00f5es de enxergar.\u201d<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Essa aproxima\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o aos meios digitais \u00e9 papel da fam\u00edlia e da escola, cada um com&nbsp;suas caracter\u00edsticas e responsabilidades. \u201cAs crian\u00e7as podem receber informa\u00e7\u00f5es que podem ser muito perigosas. Elas precisam de adultos\u201d.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O papel das escolas<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/b7zVuErreqhrR8--6LUvnSywVPI=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/_mg_6965.jpg?itok=VX8zEdkL\" alt=\"S\u00e3o Paulo (SP), 29\/03\/2023 - Professores de S\u00e3o Paulo protestam contra a viol\u00eancia nas escolas em frente \u00e0 Secretaria de Educa\u00e7\u00e3o, na Pra\u00e7a da Rep\u00fablica, ap\u00f3s o ataque na escola Thomazia Montoro.  Foto: Fernando Fraz\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil\" title=\"Fernando Fraz\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\">S\u00e3o Paulo (SP), 29\/03\/2023 &#8211; Professores de S\u00e3o Paulo protestam contra a viol\u00eancia nas escolas em frente \u00e0 Secretaria de Educa\u00e7\u00e3o, na Pra\u00e7a da Rep\u00fablica, ap\u00f3s o ataque na escola Thomazia Montoro. Foto:&nbsp;<strong>Fernando Fraz\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil<\/strong><\/h6>\n\n\n\n<p>As pesquisadoras veem que os profissionais da escola devem ser participantes ativos para que crian\u00e7as e suas fam\u00edlias sintam que o espa\u00e7o educacional \u00e9 acolhedor. \u201c\u00c9 importante que, como parte do di\u00e1logo com as crian\u00e7as, as escolas estabele\u00e7am di\u00e1logos. As fam\u00edlias precisam se sentir parte da constru\u00e7\u00e3o da cultura de paz no espa\u00e7o escolar\u201d, diz Gina Vieira.<\/p>\n\n\n\n<p>A professora Ana Paula Barbosa defende que um momento como esse imp\u00f5e que as unidades de ensino entendam que \u00e9 preciso investir mais em programas de sa\u00fade mental para todos.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201c\u00c9 hora de a escola rever alguns pap\u00e9is. N\u00e3o pode mais ser apenas um espa\u00e7o conteudista de matem\u00e1tica, portugu\u00eas, geografia&#8221;.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Elas defendem que a escola \u00e9 um espa\u00e7o humano de desenvolvimento, de uma aprendizagem que n\u00e3o cai na prova.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, as especialistas acreditam que o momento proporciona a reflex\u00e3o sobre uma mudan\u00e7a no perfil das reuni\u00f5es escolares. Mais do que&nbsp;tratar das notas dos filhos, pais precisam conversar com professores sobre a&nbsp;import\u00e2ncia do&nbsp;di\u00e1logo,&nbsp;programas sobre diversidade e&nbsp;<em><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/geral\/noticia\/2023-04\/abr-explica-o-que-e-bullying\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">bullying<\/a>.&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>\u201cN\u00e3o se faz milagre nas escolas. \u00c9 necess\u00e1rio equip\u00e1-las com mais profissionais de sa\u00fade mental. Isso que est\u00e1 acontecendo mostra essa necessidade\u201d, diz a professora Ana Paula Barbosa.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Advers\u00e1ria ao papel humano das escolas, h\u00e1, no entender das pesquisadoras, parcela da sociedade que espetaculariza e monetiza a viol\u00eancia. \u201cA gente fica chocado quando a viol\u00eancia se apresenta na escola, mas est\u00e1 espelhando o que est\u00e1 acontecendo na sociedade\u201d, diz Gina Vieira. Por esse motivo, ela defende que a escola tenha espa\u00e7os garantidos de escuta e de discuss\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cA escola n\u00e3o pode abrir m\u00e3o da sua dimens\u00e3o educativa em uma perspectiva de educa\u00e7\u00e3o integral, humana e cr\u00edtica que celebre a diversidade e a cultura de paz\u201d, diz Gina Vieira.&nbsp;<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Para a professora Belinda Mandelbaum, \u00e9 necess\u00e1rio aproveitar o momento tamb\u00e9m para fazer uma reflex\u00e3o muito ampla sobre acontecimentos dentro das escolas. \u201cTem muita viol\u00eancia, maus tratos, comunica\u00e7\u00f5es violentas verbais&nbsp;e at\u00e9 agress\u00f5es\u201d.<br><br>Na escola, diferente da intimidade do lar, a experi\u00eancia \u00e9 coletiva, ressalta Danila Zambianco, da Unicamp. \u201cNa escola, \u00e9 tamb\u00e9m preciso ressaltar os esp\u00edritos de coopera\u00e7\u00e3o e de solidariedade\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Diferentemente do medo,&nbsp;generosidade e respeito s\u00e3o aulas simples de entender para as crian\u00e7as e que os adultos podem ficar mais atentos.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><br><strong>\ud83d\udd0e Em resumo, pais e professores devem ouvir para poder orientar.<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p><em><strong>Crian\u00e7as e adolescentes precisam se sentir acolhidos, dizem especialistas<\/strong><\/em><br><br>1 &#8211; \u00c9 importante preservar as crian\u00e7as, mas n\u00e3o esconder, mentir ou fugir de temas como a viol\u00eancia nas escolas<br><br>2 &#8211; Crian\u00e7as devem ser informadas que os adultos est\u00e3o atentos \u00e0 seguran\u00e7a delas<br><br>3 &#8211; Fundamental que o adulto mostre-se dispon\u00edvel para conversar<br><br>4 &#8211; Adultos n\u00e3o devem julgar os sentimentos dos pequenos (nem dos adolescentes)<br><br>5 &#8211; Observar e se aproximar das crian\u00e7as para identificar o que est\u00e3o recebendo via redes sociais<br><br>6 &#8211; Importante n\u00e3o potencializar um evento<br><br>7 &#8211; Explicar que o medo faz parte da vida de todo ser humano e que as crian\u00e7as s\u00e3o protegidas pelos adultos<br><br>8 &#8211; Pais e profissionais da educa\u00e7\u00e3o devem estar mais pr\u00f3ximos para garantir a serenidade diante do momento<br><br>9 &#8211; Adultos devem orientar adolescentes contra a satiriza\u00e7\u00e3o ou distor\u00e7\u00e3o dos eventos<br><br>10 &#8211; Crian\u00e7as devem ser incentivadas a se expressar, mas n\u00e3o for\u00e7adas<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Den\u00fancias<\/h2>\n\n\n\n<p>Den\u00fancias sobre amea\u00e7as de ataques podem ser feitas ao&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.gov.br\/mj\/pt-br\/escolasegura\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">canal Escola Segura<\/a>, criado pelo Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a e Seguran\u00e7a P\u00fablica, em parceria com SaferNet Brasil. As informa\u00e7\u00f5es enviadas ao canal ser\u00e3o mantidas sob sigilo e n\u00e3o h\u00e1 identifica\u00e7\u00e3o do denunciante.<\/p>\n\n\n\n<p>Acesse o&nbsp;<em><a href=\"https:\/\/www.gov.br\/mj\/pt-br\/escolasegura\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">site<\/a>&nbsp;<\/em>para fazer uma den\u00fancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Em caso de emerg\u00eancia, a orienta\u00e7\u00e3o \u00e9 ligar para o 190 ou para a delegacia de pol\u00edcia mais pr\u00f3xima.<\/p>\n\n\n\n<p>Edi\u00e7\u00e3o: Kelly Oliveira<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Especialistas dizem que acolhimento e escuta s\u00e3o fundamentais Por Luiz Claudio Ferreira &#8211; Rep\u00f3rter da<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":57271,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[17],"tags":[],"class_list":["post-57270","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-outras-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/57270","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=57270"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/57270\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":57272,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/57270\/revisions\/57272"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/57271"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=57270"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=57270"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=57270"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}