{"id":97241,"date":"2025-01-13T13:29:04","date_gmt":"2025-01-13T16:29:04","guid":{"rendered":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/?p=97241"},"modified":"2025-01-13T13:31:28","modified_gmt":"2025-01-13T16:31:28","slug":"encontros-de-fevereiro-marco-e-abril-do-leia-mulheres-petropolis-serao-dedicados-ao-livro-um-defeito-de-cor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/2025\/01\/13\/encontros-de-fevereiro-marco-e-abril-do-leia-mulheres-petropolis-serao-dedicados-ao-livro-um-defeito-de-cor\/","title":{"rendered":"Encontros de fevereiro, mar\u00e7o e abril do Leia Mulheres Petr\u00f3polis ser\u00e3o dedicados ao livro \u201cUm defeito de cor\u201d"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Obra de Ana Maria Gon\u00e7alves conta a hist\u00f3ria do Brasil pelo olhar de uma mulher negra escravizada<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>O Leia Mulheres Petr\u00f3polis vai mergulhar nos pr\u00f3ximos tr\u00eas meses no livro \u201cUm defeito de cor\u201d, de Ana Maria Gon\u00e7alves. O romance hist\u00f3rico conta a trajet\u00f3ria de uma africana idosa, cega e \u00e0 beira da morte que viaja da \u00c1frica para o Brasil em busca do filho perdido h\u00e1 d\u00e9cadas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A obra convida os leitores a revisitar a hist\u00f3ria do Brasil por meio do olhar de uma mulher negra escravizada. Devido \u00e0 extens\u00e3o do livro, que tem mais de 900 p\u00e1ginas, o clube de leitura organizou os debates de fevereiro, mar\u00e7o e abril por cap\u00edtulos. Confira abaixo:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>5 de fevereiro\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Pr\u00f3logo<\/li>\n\n\n\n<li>Cap\u00edtulo um<\/li>\n\n\n\n<li>Cap\u00edtulo dois<\/li>\n\n\n\n<li>Cap\u00edtulo tr\u00eas<\/li>\n\n\n\n<li>Cap\u00edtulo quatro<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n\n\n\n<li>5 de mar\u00e7o\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Cap\u00edtulo cinco<\/li>\n\n\n\n<li>Cap\u00edtulo seis<\/li>\n\n\n\n<li>Cap\u00edtulo sete<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n\n\n\n<li>2 de abril\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Cap\u00edtulo oito<\/li>\n\n\n\n<li>Cap\u00edtulo nove<\/li>\n\n\n\n<li>Cap\u00edtulo dez<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Os encontros, que contar\u00e3o com a media\u00e7\u00e3o de Linda Feitoza e Drica Madeira,&nbsp;ser\u00e1&nbsp;<em>on-line<\/em>,sempre \u00e0s 19h, pelo Google Meet. Os interessados em participar devem solicitar o link do evento por meio das redes sociais \u2013&nbsp;<a rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.instagram.com\/leia_mulheres_petropolis\">Leia Mulheres Petr\u00f3polis no\u202fInstagram<\/a>\u202fe\u202f\u202f<a rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.facebook.com\/groups\/1751548455062785\/\">grupo Leia Mulheres Petr\u00f3polis-RJ no Facebook<\/a>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Saiba mais sobre o Leia Mulheres<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O Coletivo Leia Mulheres prop\u00f5e dar mais visibilidade a obras de autoria feminina \u2013 que enfrentam maiores barreiras no mercado editorial \u2013, debatendo-as e divulgando-as em encontros mensais.<\/p>\n\n\n\n<p>O movimento nasceu inicialmente pela hashtag #readwomen2014, criada pela escritora brit\u00e2nica Joanna Walsh, e se concretizou em forma de clubes de leitura. No Brasil, a iniciativa come\u00e7ou em 2015, quando Juliana Gomes, Juliana Leuenroth e Michelle Henriques colocaram em pr\u00e1tica os encontros focados em obras escritas por mulheres, de cl\u00e1ssicas a contempor\u00e2neas.<\/p>\n\n\n\n<p>Atuando em Petr\u00f3polis desde 2017, o Leia Mulheres realiza suas reuni\u00f5es sempre na primeira quarta-feira do m\u00eas. O&nbsp;Cefet\/RJ Petr\u00f3polis \u00e9 parceiro do Coletivo por meio de sua Biblioteca e do N\u00facleo de Estudos em Educa\u00e7\u00e3o e Linguagem (NELINE) e a partir do projeto de extens\u00e3o \u201cLeia Mulheres: media\u00e7\u00e3o de leitura\u201d. &nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Obra de Ana Maria Gon\u00e7alves conta a hist\u00f3ria do Brasil pelo olhar de uma mulher<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":97242,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[12,1],"tags":[],"class_list":["post-97241","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cidade","category-uncategorized"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/97241","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=97241"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/97241\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":97243,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/97241\/revisions\/97243"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/97242"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=97241"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=97241"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/tvc16.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=97241"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}