Este ano é atípico na Casa Legislativa, pois além da definição da Mesa eleita, que estará no comando nos anos de 2021 e 2022, o presidente, será o prefeito interino até que a situação do candidato com mais votos, Rubens Bomtempo (PSB), seja definida

Até que o Supremo Tribunal Eleitoral defina a situação do candidato mais votado (se assume ou não) Petrópolis terá prefeito interino. Este, por sua vez, pode ser um dos quatro candidatos que já se colocaram à disposição para a presidência da Câmara Municipal de Petrópolis (Hingo Hammes, Gilda Beatriz, Yuri Moura e Marcelo Lessa). A votação será entre os 14 candidatos, (seriam 15, mas o vereador Paulo Igor faleceu nesta quinta-feira 31 de dezembro). O suplente (Gil Magno) deve tomar posse nos próximos dias.

Segundo informações, da Assessoria da Câmara, Ronaldo Ramos (PSB) e Octávio Sampaio (PSL) também concorrem a presidência do Palácio Amarelo.

A votação está agendada para iniciar às 13h30. Além do cargo para a presidência da Câmara, os parlamentares definem as demais vagas para a Mesa Diretora. São elas: primeiro e segundo vice-presidentes e ainda primeiro e segundo secretários. Qualquer vereador pode se candidatar a um dos cargos. Como este ano é diferenciado por conta da falta de prefeito eleito, o presidente escolhido por seus pares, assume a prefeitura (interinamente) e o primeiro vice-presidente assume (interinamente), a presidência da Câmara Municipal.

Vale lembrar que em todo país:

Os novos prefeitos de 5.472 municípios brasileiros tomam posse nesta sexta-feira (1º) para um mandato de quatros anos, após terem sido eleitos com a maioria dos votos válidos nas eleições de novembro.

Petrópolis está neste grupo:

Em 96 municípios, contudo, os prefeitos eleitos ainda não tiveram seu registro de candidatura deferido e seguem impedidos de tomar posse, segundo os dados mais atualizados disponíveis no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Nesses locais, o presidente da Câmara Legislativa deverá assumir a prefeitura interinamente. Quando o candidato mais votado possui recurso pendente no TSE e é possível que ainda consiga tomar posse em algum momento do ano que vem. Entre estes, há ainda aqueles cujo destino depende de uma definição do Supremo Tribunal Federal (STF) a respeito da Lei da Ficha Limpa.

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