Mesmo com protocolos de emergência novos, lojistas cobram transparência

A Defesa Civil tem instalado medidas de segurança pela cidade nos últimos meses. Cancelas automáticas, zonas de segurança, sirenes e planejou protocolos de emergência. Apesar disso, lojistas da Rua Washington Luiz reclamam de falta de atenção do órgão.

“A Defesa Civil criou um grupo no Whatsapp para os lojistas, e nesse grupo tem uma cartilha para a gente. Mas isso foi lá no grupo. Ninguém passou nos comércios, eu ouvi falarem que eles fazem reuniões na Casa dos Conselhos, mas acho que seria válido se eles viessem aqui no comércio porque muitas das vezes essa reunião é num horário que a gente não pode ir, o bom seria se eles viessem aqui explicando como é, o que vai ser feito, até agora não fizeram isso.” comenta Livia Azevedo comerciante.

Além disso questionam também a falta de divulgação do grupo o que gera de alguns lojistas nem saberem sobre os protocolos. “Esse grupo você tem que entrar em contato com eles no instagram da defesa civil ai eles mandam um link para ter acesso. Então é aquilo, nem todo mundo tem instagram, acho que seria mais fácil se eles fizessem essa triagem viessem ao comércio loja por loja, então seria muito mais fácil e se vocês entrarem na página deles no instagram lá não fala em momento, nenhum post ,eles falam sobre esse grupo você tem que entrar por mensagem ai que eles te respondem eu acho que o certo seria ser uma coisa clara.”

Em nota a Prefeitura respondeu que: “o grupo foi criado por meio da Secretaria de Proteção e Defesa Civil, e a comunicação foi feita em parceria com a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) que sediou o encontro de apresentação do sistema, conforme foi amplamente divulgado pela imprensa.”

A Prefeitura completa que o grupo é parte do plano de Contingência para o verão e que: “Para garantir transparência na construção de políticas públicas da Defesa Civil, a Prefeitura de Petrópolis criou o Conselho Municipal de Proteção e Defesa Civil, no ano passado. A composição do Conselho tem integrantes do governo e da sociedade civil e todos – incluindo lojistas do Centro – podem participar dos encontros, que são abertos ao público.”

Foto e texto: Guilherme Mattos

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