Problemas constantes nos terminais em Petrópolis
Apesar do elevado preço da passagem, quem depende do transporte público enfrenta constantes problemas também nos terminais rodoviários. Goteiras, buracos na pavimentação e um grande número de pombos que são transmissores de diferentes doenças e podem contaminar, telhas, calçadas e bancos.
Apesar do anúncio da Prefeitura de Petrópolis por meio da Companhia Petropolitana de Trânsito e Transportes (CPTrans) sobre as obras emergências, uma das maiores reclamações ainda são os problemas sanitários.

A educadora infantil Patrícia Rosalez garante que o Terminal Rodoviário Imperatriz Leopoldina, no Centro da cidade, está em estado de decadência. “A rodoviária é um lugar sujo, os pombos são um problema sério e tem muitos! As pessoas acabam dando alimentos para eles, mas eles deveriam ser retirados daqui, porque eles transmitem doenças graves”, disse.
Já o aposentado Edgar dos Santos, acredita que a cidade passa por uma infestação das aves. “Em todos os terminais rodoviários da cidade há uma grande quantia de pombos. Eles sempre estiveram por aqui”, explicou.
Em nota a Prefeitura de Petrópolis informou que: “Os terminais rodoviários do Centro e Corrêas estão passando por intervenções da Prefeitura, por meio da CPTrans. Reforma dos banheiros, instalação de calhas, pintura e restauro dos telhados são alguns dos serviços que estão sendo executados. As intervenções também vão acontecer no terminal de Itaipava.
Em Corrêas, a reforma do banheiro masculino já foi concluída. O trabalho segue agora para o banheiro feminino e na recuperação de outros pontos do terminal. No Centro, a Prefeitura fez a retirada do forro de gesso em algumas áreas (que devido às infiltrações colocava em risco os usuários) e na próxima semana inicia a instalação das calhas no telhado, a troca de telhas e a restauro de algumas salas, que apresentam mofo e infiltrações. Em Itaipava, os banheiros também serão reformados”.
No site da Prefeitura de Petrópolis são divulgados dois telefones para denunciar problemas com roedores, animais peçonhentos, pombos, morcegos, mosquitos, entre outros. Nossa equipe tentou entrar em contato pelos números disponíveis.
Ao ligar para a linha da Coordenadoria de Vigilância Ambiental, o número aparece como inexistente. Já ao ligar no número para a denúncia contra os animais peçonhentos, uma funcionária não conseguiu informar quando foi realizada a última vistoria, nem a última visita para o controle dos pombos e ainda disse que a denúncia sobre o excesso de pombos, só seria analisada 15 dias após a ligação.
Apesar das intervenções emergenciais, os pombos continuam sendo problema. Questionamos sobre medidas previstas e até o encerramento dessa matéria não recebemos resposta. Atualmente o contato ativo para as reclamações sobre pragas é: (24) 2291-1797.
Por Guilherme Mattos e Gabriel Faxola/ Foto? Marlus Renato

