Câmara premia taxistas com trabalho inclusivo

Durante a última semana a Câmara Municipal de Petrópolis premiou os taxistas Guilherme de Souza e Oscar Mota, ambos por transportar pessoas com mobilidade reduzida e deficiência física. O reconhecimento veio por meio de Sessão Solene na última quinta-feira (13).

Guilherme de Souza

Guilherme é taxista desde 2011, mas começou a trabalhar com o taxi adaptado em 2015 após ver a dificuldade que pessoas com mobilidade reduzida passavam. “Para muitos é até constrangedor ter que pegar a pessoa no colo e colocar dentro do carro”, conta Guilherme. O taxista então viu uma oportunidade de ampliar seu trabalho para pessoas que precisavam então o petropolitano vendeu um Volksvagen Santana que tinha e investiu dinheiro comprando uma Fiat Doblò, hoje o veículo do Guilherme conta com rampa antiderrapante, banco giratório para facilitar no embarque, piso rebaixado para ajudar no embarque e cintos de segurança de três pontos. “Tem muita gente com a mobilidade comprometida que não tem nem condições de sair da cadeira de rodas e isso dá mais dignidade para as pessoas”, afirma.

Sobre o prêmio Guilherme conta como esse reconhecimento é gratificante para ele. “Fico muito feliz de ser reconhecido por esse trabalho porque eu vejo que estou no caminho certo e a minha tendência é sempre progredir e aperfeiçoar o meu serviço”, finaliza.

Oscar Mota

Oscar começou a oferecer o serviço no começo do ano de 2016, e desde então oferece o serviço. “É um serviço de extrema necessidade. Com o objetivo de dar conforto e dignidade as pessoas que tem necessidade especiais”, conta o taxista. Ele ainda completa que o serviço possui uma relevância fundamental para todas as pessoas que precisam do serviço para qualquer forma de deslocamento. “Seja para ir para um atendimento médico, seja para ir a uma consulta, para trabalhar ou até mesmo para dar um passeio. A gente precisa dar liberdade de deslocamento para eles e para todos Atendendo as necessidades de qualquer um”, finaliza o taxista.

Douglas Mattos é um piloto de kart com paralisia cerebral e conta um pouco sobre a importância de oferecer esse serviço, não só para os deficientes. “Eu como deficiente acho isso muito importante não só para mim, mas para idosos, para cadeirantes, para pessoas com mobilidade reduzida no geral. E a acessibilidade nos taxis hoje não é legal então ter esses taxis inclusivos é muito bom para gente”, opina Douglas

por Guilherme Mattos

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