Caminhões e carretas são dor de cabeça constante no trânsito em Petrópolis

No cenário de Petrópolis, ônibus quebrados e acidentes constantes não são a única dor de cabeça. Grandes caminhões e carretas também vem prejudicando o trânsito na cidade. Ontem em nota, a Cidade Real informou que uma carreta que ficou presa na Curva do Cotovelo, na Estrada do Fazenda Inglesa prejudicou o serviço da empresa. Dois coletivos ficaram presos no local, os outros precisaram alterar rota e fizeram trajeto pelo Bingen, Duarte da Silveira e João Xavier.

Reincidência

Não é a primeira vez que um caminhão prejudicou o trânsito na cidade, no dia 4 de julho um caminhão de grande porte teve dificuldades para manobrar, no cruzamento entre a Rua Alfredo Pachá e a Avenida Piabanha sentido Centro da Cidade em frente ao Palácio de Cristal. O ocorrido foi por volta de 13h prejudicando atrasando o petropolitano que passava pelo local. Um caminhão do mesmo tamanho causou trânsito próximo as 20h na Rua Paulino Afonso em frente ao Hospital Santa Teresa, tentando entrar na Vila São José, de novo precisando realizar uma manobra atrasando motoristas que passavam pelo local. Ambas situações aconteceram em ruas movimentadas em horários de pico.

No mês passado, no dia 8, uma carreta de grande porte também ficou presa na cidade na Estrada do Carangola, o trânsito precisou ser desviado pelo Vale do Carangola. Pela tarde, a Prefeitura de Petrópolis precisou fechar de forma parcial a União Indústria até a carreta sair da cidade próximo ao final da tarde.

Questionamos a Prefeitura sobre os planejamentos para evitar problemas como esse e a CPTrans respondeu que há sinalização nesses pontos orientando sobre a circulação de veículos de grande porte, e que No Moinho Preto, por exemplo, há placas proibindo a circulação de veículos acima de dois eixos. Questionamos também sobre como é feita a fiscalização dessas ocorrências, sobre um projeto futuro para futuramente otimizar as vias e sobre punição a empresas e motoristas que descumpram as placas entretanto até o encerramento dessa matéria não recebemos resposta.

Por Guilherme Mattos/Foto: divulgação Setranspetro

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