Pessoas com mobilidade reduzida tem direito a Transporte Sanitário Eletivo em tratamento no SUS dentro de Petrópolis
Dez veículos farão o transporte de pacientes do SUS que possuem mobilidade reduzida e/ou encontram-se em condições clínicas comprometidas, como em tratamento oncológico, hemodiálise. O Transporte Sanitário Eletivo já está disponibilizado à população mediante cadastro com protocolo junto à secretaria de Saúde, e é destinado à circulação dentro do município. A cerimônia de entrega aconteceu nesta quarta-feira,22, na sede da Prefeitura.
O Transporte Sanitário Eletivo é uma política pública que contou com a participação popular, e foi uma das pautas discutidas no I Fórum da Pessoa com Deficiência, em 2022. Para o serviço de transporte, foram entregues três vans (sendo uma adaptada à PcD, entregue à Apae Petrópolis), quatro Spins e três carros. “Essa é uma realização do governo como um todo, e não apenas da secretaria de Saúde. E quando um governo está em sintonia, conseguimos tornar realidade políticas públicas em saúde como essa, de iniciativa popular.”, disse o secretário de Saúde, Marcus Curvelo.
Até o momento, a cidade possuía apenas o Transporte Fora do Domicílio (TFD), que presta apoio aos pacientes que necessitam realizar tratamentos fora da cidade. “Estamos vivendo mais um momento feliz, pois poderemos atender mais pessoas com esses novos veículos! Agradecemos a todos os envolvidos, e também à equipe da Saúde, que foram responsáveis pelo estudo sobre esta demanda”, comemorou Cláudia Respeita, superintendente de Atenção à Saúde.
Uma das vans foi entregue à Apae Petrópolis, que fará o transporte dos assistidos pela instituição que realizam tratamentos e possuem mobilidade reduzida. “Agradecemos ao prefeito, e todos os envolvidos. É uma vitória para todas as pessoas que precisam desse recurso, e aqui falo em nome de todas as instituições que serão atendidas pelo programa. Levantamos essa pauta no I Fórum da pessoa com Deficiência e ver esta política pública sendo implementada é motivo de muita gratidão”, finalizou Alessandra Oliveira, coordenadora da Apae Petrópolis.

